CASTLEVANIA | CRÍTICA

Series e TV| Visitas: : 519

E com essa bela imagem, de arrepiar qualquer fã da longa série de games, começamos a nossa crítica de hoje para analisar a tão aguardada (e já muito querida) série da Netflix, Castlevania.

Castlevanis - Netflix - lepop

Foda… Sem mais.

Castlevania III: Dracula’s Curse (A Maldição de Drácula, em tradução livre) foi lançado em 1989 no Japão, e foi o último título da saga para o nosso querido NES, e além disso, ele é a base para a série lançada pela Netflix (que acertou em cheio diga-se de passagem).

E como é?

Logo no primeiro episódio somos apresentados a um estilo de animação que pode causar certa estranheza a quem está acostumado com os métodos atuais de movimentação nesse ramo cinematográfico, até por parecer um pouco “travada” devido a falta (proposital) de polimento quadro a quadro das imagens. Porém esse mesmo fator que causa o estranhamento também colabora para criar a atmosfera arcaica de um país europeu fictício no século XV D.C. (“como sabe que existiu Cristo nesse universo fictício?”, porque são feitas piadinhas usando o nome de Jesus, mas não se estressem religiosos, não há nada muito “grave”)

Castlevania - Netflix - lepop

Quem irritou o titio Vlad?

Com o prólogo se baseando em um belo diálogo entre Conde “Vlad” Drácula (Graham McTavish) e a mortal Lisa Tepes (Emily Swallow), somos convidados a conhecer esse mundo que faz uma dura representação do que foi a igreja católica durante a Renascença e a Era das Navegações; e também nesse momento nos damos conta da trilha sonora que irá guiar essa aventura com maestria, feita por Trevor Morris, que enche nossos ouvidos com uma vertente de rock próxima ao melódico.

A trama se desenvolve de maneira rápida porém simples e de fácil entendimento geral, mas mesmo assim ainda consegue prender a atenção de quem vê (ainda mais de quem é fã), principalmente após a apresentação de Trevor Belmont (Richard Armitage) com seu humor ácido e direto, cativando facilmente quem assiste.

Castlevania - Netflix - lepop

Um exemplo de Demon Hunter

Castlevania aproveita de seu “modo gráfico lento”, em conjunto com a sua velocidade de narração, para nos momentos de diálogos (que são vários, e todos eles muito bons) nos explicar toda a história, de uma forma que causa nostalgia para quem já jogou, e explica bem a trama para quem nunca ouviu falar da saga.

Para dar o gostinho e mostrar que não estamos mentindo sobre a qualidade da série, e sobre nossa crítica quanto à movimentação com pouca fluidez dos personagens, fica o vídeo abaixo do canal BestMomentShow:

Agora é aguardar pela 2ª temporada que já foi confirmada, e que terá 8 episódios…

FICHA TÉCNICA

Título Original: Castlevania;

Lançamento: 7 de Julho de 2017, no Netflix;

Direção e Roteiro: Sam Deats e Warren Ellis;

Vozes por: Alejandra Reynoso (Sypha Belnades), Emily Swallow (Lisa Tepes), Graham McTavish (Vlad Drácula Tepes), James Callis (Adrian Tepes/Alucard), Matt Frewer (O Bispo), Richard Armitage (Trevor Belmont), Tony Amendola (O Ancião).

Veredito - Castlevania - Netflix - lepop

Como sempre enfatizamos: No final das contas, indiferente de críticas e de críticos, o que realmente importa é se VOCÊ gostou ou não do filme.

Gostou da crítica? Então compartilhe com seus amigos e não deixe de se inscrever em nosso canal do YouTube, curtir nossa página no Facebook, seguir a gente no Twitter. E, claro, deixar aquele joinha e comentar.

Aproveite também pra ler outras das nossas críticas.

Compartilhe: