THE EVIL WITHIN 2 | ANÁLISE

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LEPOPGAMES no ar! Hoje trazemos até vocês a Análise de um dos games que tem  como criador Shinji Mikami o pai de Resident Evil, estamos falando de  The Evil Within 2.

Disponível para PC, X BOX ONE,  PlayStation 4The Evil Within 2 é um game em terceira pessoa que possui uma boa dose de terror psicológico aliado a gráficos bem trabalhados o que ajuda a tornar o game bem interessante, não preciso dizer que o sustos são garantidos, né?

Nesta análise vamos comentar sobre todos os pontos altos e baixos de The Evil Within 2, e pensando também na galera que gosta de análises em vídeo, fizemos um vídeo especial demonstrando todos os pontos que abordamos no texto abaixo. Então, bora lá!

Atualizaremos em breve a matéria com nossa  vídeo análise. 

 

Ficha técnica:

 

Título: The Evil Within 2

Lançamento:13/10/2017

Platarforma: Xbox one /Ps4/Pc

Desenvolvedora: Tango Gameworks

Distribuidora: Bethesda Softworks

 

The Evil Within 2

 

 

Lançado no Japão sob o nome de Psycobreak, The Evil Within foi o primeiro game da série e trazia de volta Shinji Mikami o nome por trás do sucesso Resident Evil. Desenvolvido pela Tango Gameworks, publicado pela Bethesda Softworks e finalmente lançado em 14 de Outubro de 2014 o game do gênero survival horror foi revelado ao mundo em Abril de 2012 sob o título provisório “Project Zwei” e seria o ultimo trabalho de Shinji como diretor.

A sequencia foi anunciada ao mundo durante a E3 de 2017 e traz agora Shinji como um dos produtores, o desenvolvimento do game começou em Março de 2015 e como diretor assumiu John Johanas descrito por Mikami como uma pessoa de muito talento.

The Evil Within 2 é um game em terceira pessoa que possuí o estilo horror e ação, com elementos sobrenaturais e as características do gênero survival horror, elemento este que foi aperfeiçoado pelo próprioMikami nos anos noventa.

 

História

 

Garçon, aqui nessa mesa de bar…

 

Três anos após os eventos no Beacon Mental Hospital, Sebastian Castellanos deixou o Departamento de Polícia de Krimson City para descobrir a verdade sobre a misteriosa organização Mobius, porém, continua a ser assombrado por suas experiências em Beacon, com o desaparecimento de sua esposa e a morte de sua filha Lily em um incêndio.

 

Lily, a filha do protagonista do game.

Enquanto afoga suas magoas em bebidas, Sebastian é abordado por sua ex-parceira e agente de Mobius Juli Kidman, a mulher revela a ele que Lily ainda está viva. Sua jornada em busca da garotinha começa aqui, então prepare suas armas e fraldas porque é agora que o bicho pega!

 

O Jogo

 

 

É bom ter de volta Sebastian Castellanos, protagonista do primeiro game. Agora fora dos corredores estreitos e claustrofóbicos do primeiro jogo, temos a possibilidade de explorar o cenário em busca de itens, munições, sucatas, armas entre outras coisas, isso porque estamos falando de um game de mundo aberto. Chega a ser difícil imaginar esse detalhe em um jogo que segue o gênero de horror, até porque estamos acostumados com as formulas apresentadas em Resident Evil, Silent Hill e por aí vai, a tendência é que, para alguns, a tensão diminua, mas não se preocupe, o sentimento claustrofóbico que faz parte da atmosfera do terror existe de uma maneira mais pontual aqui.

 

 

Outra coisa que temos de volta é o STEM sistema apresentado também no primeiro jogo, e para quem não sabe ele é o responsável por criar uma realidade paralela, algo bem próximo de Matrix. Na primeira aventura, você  descobre que essa realidade paralela é na verdade controlada pelo vilão Ruvik somente no final do jogo.

Em The Evil Within 2 temos mais RPG que o primeiro, durante a caminhada de Sebastian encontraremos sucatas que poderão ser utilizadas para dar upgrades nas armas e deixá-las mais poderosas, o lugarzinho de descanso presente no primeiro game está lá novamente, nele podemos jogar um mini-game, comprar habilidades utilizando a cadeira de rodas e por falar em habilidades, a árvore de skills está bem maior.

 

Árvore de skills

 

Sebastian Castellanos

 

 

O cara deixa bem claro que não está muito para brincadeira, com o desaparecimento de sua esposa e a suposta morte de sua filha, Sebastian parece não ter mais nada a perder e está disposto a matar tudo o que tentar atravessar seu caminho.

Após aceitar a missão de “ajudar” a organização para controlar o caos na cidade de Union, Sebastian mostra não estar nem um pouco preocupado com as aberrações que surgem em seu caminho e olha que não são poucas, o cara distribui facada, tiro, machadada e vai encarar tudo com sangue nos olhos para resgatar sua filha presa no STEM.

 

Dublagem

 

 

Falar de Sebastian Castellanos sem falar da dublagem em nosso idioma é até pecado, o que dá o tom de policial brucutu com o estilão Stallone Cobra  é a dublagem, a voz de Alexandre Marconato caiu muito bem ao personagem, se você não lembra desse nome e já jogou Watch Dogs 2, ele dublou Marcus Holloway. O estúdio responsável, Maximal Studio fez um trabalho de primeira e agradou bastante com o resultado final em troca disso ganhamos um ex policial que não polpa palavrões diante das situações de riscos. Abaixo relacionamos os nomes do elenco de dublagem brasileiro:

Sebastian Castellanos – Alexandre Marconato, Juli Kidman – Fernanda Bullara, Lily Castellanos – Mayara Stefane, O Administrador – Cassius Romero, Stefano Velentini – César Marchetti, Tatiana Gutierrez – Alessandra Merz, Myra Hanson – Alessandra Araújo, Padre Theodore – Mauro Ramos, Esmeralda Torres – Paola Molinari, Liam O’Neal – Rodrigo Firmo, Yukiko Hoffmann – Fernanda Hartmann, Miles Harrison – Guilherme Marques. Estúdio: Maximal Studio. (via Brasil Game Dub )

Elenco de dublagem original:

Marqus Bobesich, Juli Kidman – Meg Saricks, Lily Castellanos – Kiara Lisette Gamboa, Myra Catellanos – Elizabeth Saydah, The Administrator – Richard Neil, Stefano Valentini – Rafael Goldstein, Theodore Wallace – Ron Sewer, Tatiana Gutierrez – Laura Downes, Liam O’Neal – Jesse LeNoir, Yukiko Hoffmann – Ying Sayun, Julian Saykes – Hari Williams, Esmeralda Torres – Crash Barrera, Ryan Turner – Richard Varga, James Hayes – Aaron Veach, Miles Harrison – Chris Kohls. (via IMDB )

 

Gráficos

 

 

Em relação ao seu antecessor  The Evil Within 2 está com os gráficos bem mais detalhados, o jogo possuí uma iluminação bem bacana o que o aproxima do real. Basicamente é um convite para que você saia explorando mais os cenários e curta o visual bem trabalhado pela equipe de arte que desenvolveu o game, vale ressaltar que este talvez seja um dos pontos mais fortes se comparado com o jogo anterior.

 

 

Jogando The Evil Within 2

 

 

O jogo incentiva a exploração desde o começo, você usa um comunicador para rastrear seus objetivos principais e secundários. Todos os objetivos oferecem boas recompensas que vão de munições até componentes de montagem. Em The Evil Within 2 temos uma bancada onde a utilizamos para a montagem de munições, dar upgrades nas armas e fazer itens de cura. A bancada de montagem pode ser acessada em qualquer momento do jogo, mas fora das salas de descanso ou Saving Room como preferir, serão necessárias quantidades bem maiores de um determinado item para por exemplo fazer munição.

E por falar em munição e evitar disperdícios, você pode planejar suas abordagens com mais cautela. As vezes agir de maneira furtiva para dar fim ao inimigo ou simplesmente passar por determinadas áreas sem ser visto é a melhor opção, sair atirando como louco por aí nem sempre resolve. E se você ainda tem dúvidas de como abordar um inimigo sem chamar a atenção, o jogo conta com vários artifícios que o ajudam nesse objetivo, podemos contar com arbustos que te tornam invisíveis e mecânicas que melhoram suas habilidades stealth.

Outro ponto legal, são as batalhas contra os chefes, dependendo do lugar em que estiver lutando, você poderá usar as armadilhas disponíveis no ambiente e assim poupar um pouco mais de munição, em outros casos você precisará ficar de boa e passar na surdina se não quiser maiores problemas.

 

Concluíndo

 

Stefano, um dos vilões do game.

 

The Evil Within 2 pode até não dar tantos sustos quanto podíamos imaginar,  mas surpreende pela beleza que o jogo apresenta, a fórmula do terror em mundo aberto ficou bem bacana o que pode ser a água no chopp de alguns jogadores que esperavam ambientes fechados, é bom lembrar que estas características existem, mas não são constantes. Para finalizar, o game vale muito a pena e se você é fã de games de terror, não deixe de conferir The Evil Within 2.

O game já está disponível para Playstation 4, Xbox one e PC.

Pontos Fortes

  • Mundo aberto um grande incentivo a exploração
  • Gráficos muito bonitos

Pontos fracos

  • Pouca variedade de inimigos
  • Loading um pouco demorado.

 

 

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Até o próximo LEPOPGAMES.

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