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CRIME SEM SAÍDA | CRÍTICA

Durante um assalto, dois criminosos habilidosos matam oito policiais para fugirem com 50 quilos de cocaína pura, não batizada, o que lhes renderia cerca de sete milhões de dólares nas ruas de Nova York. Contudo, os bandidos precisam primeiro sobreviver a uma caçada às suas vidas pela madrugada e terão de enfrentar o detetive Andre Davis, que não pega leve com assassinos de policiais. Entretanto, nem Davis nem os assassinos imaginavam que esse assalto poderia levar a uma investigação muito maior. Este é o Plot de CRIME SEM SAÍDA, estrelado por Chadwick Boseman, Sienna Miller e J.K. Simmons.

CRIME SEM SAÍDA é uma produção interessante, com uma ótima proposta de suspense de ação policial. O roteiro consegue construir motivação de maneira sólida parar todos os personagens envolvidos na trama. Também é efetivo em criar conflito, tensão e razoável no que tange ritmo. Mas como nem tudo são flores, o desenvolvimento do enredo é previsível, com um Plot Twist previsível. E embora o desfecho de CRIME SEM SAÍDA seja muito bom, ainda assim, pela previsibilidade, acaba não sendo tão impactante como poderia ter sido.

Nesta crítica vamos abordar os pontos altos e baixos de CRIME SEM SAÍDA e discorrer um pouco sobre como a previsibilidade impacta negativamente o desfecho daquilo que tinha tudo para ser uma ótima obra cinematográfica.

Como de costume, o texto a seguir não contém quantidade significativa de spoilers.

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-- NÓS TEMOS 21 PONTES DANDO ACESSO A MANHATTAN. FECHEM TODAS. TRÊS RIOS. FECHEM. QUATRO TÚNEIS. BLOQUEIEM. PAREM TODOS OS TRENS E DEIXEM O METRÔ DANDO VOLTAS. E AÍ, A GENTE ENCHE A CIDADE DE POLICIAIS.

Dos anos 90 até meados de 2010, aproximadamente, fomos presenteados com grandes títulos de suspenses policiais, tramas investigativas, histórias de crimes cheias de reviravoltas inesperadas e incríveis. Roteiros dignos de aclamação. Daí, nomes já famosos acabaram se consagrando. Como Al Pacino, Robert De Niro, Russell Crowe, Daiane Venora, Bruce Willis, J.K. Simmons, Hilary Swank, Morgan Freeman, Val Kilmer, Jon Voight, Ashley Judd, Tommy Lee Jones e muitos outros. Foi definitivamente uma das melhores épocas (se não a melhor) para filmes do gênero.

Em diversos títulos desta época citada acima, o Plot Twist era uma constante. Era comum assistir suspenses policiais já sabendo que no último ato haveria alguma reviravolta que levaria a história para uma situação a qual você não esperava. E isso é engraçado de considerar, pois você assistia a esses filmes já sabendo que teriam Plot Twist. E mais, você os assistia por causa dos Plot Twists. Mais engraçado ainda é saber que você espera que a história tenha uma mudança de trama e se surpreender quando isso ocorre. A pergunta aqui é: como? Como você constrói uma narrativa que apresente para o espectador uma situação “X”, mas que na verdade, aos 47 da prorrogação, se mostre como “F”? E como um gênero cinematográfico que foi tão batido por 20 anos fazia o público continuar consumindo e se surpreendendo a cada novo lançamento? A resposta é simples e vem numa embalagem já pré-moldada de quatro passos. São eles: Interesse Pessoal, Conflito, Imersão e o que eu gosto de chamar de Rastro de Migalhas.

CRIME SEM SAÍDA pega essa mesma “fórmula mágica” e a trabalha muito, muito bem…. Exceto o Rastro de Migalhas. Justamente o item mais importante acaba sendo o que teve menos esforço empregado. Ainda assim, mesmo com esse problema, CRIME SEM SAÍDA está longe de ser uma película ruim. E a partir das próximas linhas vamos destrinchar a estrutura da “fórmula mágica” que tão bem funcionou durante as épocas de 90 até meados de 2010 e que, se utilizada de maneira adequada, poderia ter elevado CRIME SEM SAÍDA a outro patamar.

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-- SEU PAI MORREU PROTEGENDO ESTA CIDADE. ELE TE ENSINOU A SEGUIR SUA CONSCIÊNCIA EM UM MUNDO MUITAS VEZES CRUEL.

Interesse Pessoal é sempre o ponto de partida para qualquer história. Aquilo que motiva o personagem a agir deve ser sempre claro, direto e vez ou outra precisa ser martelado na trama para que o público esteja sempre ciente do motivo pelo qual o personagem age. E CRIME SEM SAÍDA faz isso muito bem. Embora já estejamos calejados de ver a história do filho do policial que vira policial para seguir o legado do pai, CRIME SEM SAÍDA traz uma nova roupagem ao fazer de Andre Davis (Chadwick Boseman) um confesso e muito conhecido detetive dedo leve que não tem a menor pena de assassinos de policiais. Por quê? Porque quando Andre tinha 13 anos seu pai foi morto numa perseguição a três criminosos. O pai de Andre conseguiu abater dois, mas o terceiro retirou sua vida. Desde então, Andre passou a ver o pai morto em cada caixão de colegas de profissão.

Sabendo disso, fica fácil perceber porque o personagem de Boseman é tão empenhado em capturar esses criminosos, ainda mais na mesma noite em que o crime se deu.

A forma como o roteiro de Adam Mervis e Matthew Michael Carnaham utiliza o interesse pessoal de Andre e o faz uma fonte de combustão para uma perseguição implacável é realmente muito, muito boa. Acompanhamos o detetive em toda sua perspicácia, atento a mínimos detalhes de comportamento, quantidade de cartuchos utilizados, posição dos corpos no chão… E pra cada olhar de Davis é perceptível o peso da morte do pai ao mesmo tempo em que se vê uma chama de furor e vingança acesa que o impulsiona a caçar impiedosamente os assassinos. Nesse ponto a atuação de Chadwick Boseman é bastante assertiva.

Verdade seja dita, em alguns momentos de CRIME SEM SAÍDA a motivação de Davis é mencionada além do necessário, fazendo a cosia toda ficar muito “on the nose”, muito “na cara”. Isso pende negativamente e atrapalha o clímax de suspense apenas pra acrescentar diálogos expositivos desnecessários só pra dar mais tempo de tela para um ou outro personagem.

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-- ME FALARAM QUE VOCÊ NÃO TEM MEDO DE NADA. O CARA QUE MATA ASSASSINOS DE POLICIAIS. E QUE VÊ O PAI EM TODO POLICIAL QUE É MORTO.

Conflito. Ora, se interesse pessoal (motivo) é o pilar de ação de um personagem, conflito é a bola de demolição que vem em direção a esse pilar para destruí-lo. É a motivação oposta ao protagonista, comumente manifestada pelo antagonista, que existe para desafiar esse protagonista, fazê-lo se superar e, com isso, aprender uma lição valiosa. Esta pode ser tanto acerca de si mesmo quanto daqueles que estão a sua volta. E geralmente você pode perceber que um filme tende a ter bons resultados em apreço de público quando consegue estruturar bem os conflitos. CRIME SEM SAÍDA também estrutura bem os conflitos. Aliás, o faz em camadas. A cada avanço narrativo ou um novo conflito é indicado ou um anterior é reforçado.

Nós temos Andre Davis acreditando ser correto matar assassinos de policiais, de contrapartida a corregedoria discorda veementemente dessa postura e tenta a todo custo retirá-lo da corporação. Conflito.

De um lado, todos os policiais de Nova York veem Davis como um herói, uma força necessária na balança da justiça para vingar os colegas de profissão e colocar medo em criminosos. Do outro lado, Davis não gosta de ser visto nem como um herói, nem como “um mal necessário”. Ele apenas age em função de uma impotência, de uma culpa pessoal por não poder fazer nada pelo pai. E Boseman é enfático em evidenciar o desconforto de seu personagem ao receber elogios por matar assassinos de policiais. Conflito.

Pela perspectiva dos assaltantes, nós vemos Michael (Stephan James) e Ray (Taylor Kitsch). Embora ambos queiram a grana das drogas, apenas Ray estava disposto a fazer de tudo por isso, inclusive matar policiais a sangue frio, enquanto que para Michael, retirar uma vida sem um motivo realmente sólido é inadmissível. Conflito.

Há também o Capitão McKenna (J.K. Simmons) e seus homens da 85ª Delegacia de Polícia de Manhattan. Enquanto McKenna quer que Davis faça seu trabalho o mais rápido possível e mate os assassinos de seus oito policiais, alguns de seus detetives e oficiais insistem em dificultar as investigações de Davis com os suspeitos que vão surgindo ao longo da caçada pela madrugada. Conflito.

E claro, ainda existe outra camada, Andre Davis trabalha sozinho. Ao melhor estilo brucutu oitentista. Mas age assim não por ter um temperamento difícil, na verdade Davis atua dessa maneira porque não tem medo de arriscar a própria vida pelo serviço, especialmente se isso inclui dar cabo de quem mata policiais. Entretanto, nessa missão, o Capitão McKenna exige que Davis trabalhe em conjunto com a detetive Frankie Burns (Sienna Miller), que além de ser do departamento antidrogas, ainda tem uma filha pequena e não está disposta a arriscar a própria vida com a mesma devoção que Davis. Conflito.

Pegue todos estes conflitos e coloque em linha reta num enredo. Pronto, você terá uma sucessão de discussões e situações de risco que podem surgir (ou serem construídas) à medida que a narrativa avança. Com isso você cria tensão. E tensão, prezado leitor, é fundamental em um Suspense. A incerteza daquilo que está por vir é o que mantém os olhos atentos em um Suspense. E sim, CRIME SEM SAÍDA ainda tem mais camadas de conflito que vão se intensificando conforme os atos avançam.

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-- PARADO! LARGA A ARMA! LARGA A ARMA! VOCÊ NÃO VAI CONSEGUIR FUGIR.
-- VOCÊ É O ÚNICO POLICIAL HOJE QUE FALA PRIMEIRO E ATIRA DEPOIS.

O mais interessante da Imersão é que ela é uma consequência. Mas não uma consequência qualquer, mal feita e empurrada com a barriga. Não. A boa Imersão se dá quando Motivo (Interesse Pessoal) e Conflito convergem numa sucessão de choques de interesses cada vez maior ao logo de toda a narrativa. É nesse ponto que o espectador começa a entrar na história de vez e se ver na pele do(a) protagonista. É nesse momento em que a audiência se foca em um único alvo: descobrir como o(a) protagonista vai superar aquele(s) obstáculo(s).

Problemas fazem parte do nosso cotidiano. É natural, ao ser humano, ter de lidar com problemas, solucionar quebra-cabeças, sair de situações adversas. Nosso cérebro é condicionado, programado a se interessar pela resolução de adversidades. E Hollywood sabe muito bem disso. Justamente por isso podemos observar que filmes que trazem uma boa experiência imersiva são filmes que conseguiram trabalhar muito bem a colisão mencionada acima. Sobretudo, suspenses policiais que ganharam o público entre 90 e 2010 trabalhavam muito bem a Imersão. Na verdade, eles eram obrigados a maximizar a experiência imersiva por um detalhe: é a Imersão quem não deixa as coisas tão “na cara”. É a Imersão quem faz com que o Rastro de Migalhas não fique à mostra e estrague o Plot Twist.

Imagine o quadro da seguinte forma: você é um espectador no show de um ilusionista. O Interesse Pessoal é o ilusionista, o Conflito é a platéia descrente, as assistentes de palco são a Imersão e o truque é o Rastro de Migalhas. Qual o papel das assistentes de palco nesse show? Distrair o olhar do público para que o mágico possa realizar suas mágicas e impressionar a plateia, que fica se perguntando como diabos ele fez aquilo.

CRIME SEM SAÍDA até tem um bom andamento imersivo, mas a insistência dos diálogos expositivos desnecessários quebra esse ritmo e acaba deixando as coisas desconexas. Na verdade, sem sentido.

O problema dos diálogos expositivos é tão incômodo em CRIME SEM SAÍDA que faz com que toda aquela inteligência de Davis (demonstrada anteriormente) seja questionada, porque começam a saltar evidências e mais evidências na tela que até uma criança identificaria, mas curiosamente Davis não. O detetive que é capaz de deduzir a quantidade de atiradores envolvida num tiroteio só por ver o ângulo dos corpos no chão de uma cena de crime em que ele acabou de pisar… Curiosamente não é capaz de vislumbrar certas “coincidências” escancaradas no meio de uma investigação.

O espectador está lá, compenetrado, imerso pela trama, acompanhando Davis sem piscar, impressionado pela inteligência do detetive. Então, do nada, acontece uma situação “curiosa”, escancarada e o detetive apenas ergue uma das sobrancelhas. E a desconexão, então, é tão forte que você, enquanto espectador, simplesmente sai da história e se percebe novamente numa sala de cinema, esperando o próximo momento imersivo que te puxe novamente para a trama.

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-- EU TE CHAMEI POR UM MOTIVO.
-- EU VOU ACHAR ELES.

Rastro de Migalhas. Último ponto a ser abordado nesta crítica, também o mais intrigante. Porque se você parar pra analisar tudo o que já foi escrito até aqui, vai perceber que CRIME SEM SAÍDA pende muito mais positivamente do que negativamente. O saldo de acertos é maior do que o de erros. Só que o curioso é que suspenses que utilizaram Plot Twist, ainda mais os suspense policiais de 90 a 2010, construíam o Rastro de Migalhas de forma bastante sucinta. Uma pequena pista aqui, outra ali… Todas muito bem planejadas para parecerem aleatórias, sem relevância. Pequenos pedaços de pão lançados ao chão da floresta junto a folhas secas que tendem a passar despercebidos. Isto é um Rastro de Migalhas bem feito.

O que temos em CRIME SEM SAÍDA é justamente o oposto. Não são pequenos pedaços de pão, são na verdade baguetes inteiras cuidadosamente posicionadas a cada 30 centímetros desenhando uma seta enorme que aponta para o desfecho obvio da película. Isso é um balde de água fria tão gelada no espectador que faz com que a conclusão da obra, mesmo sendo boa, soe chocha.

CRIME SEM SAÍDA tinha tudo para ser uma obra ímpar, talvez resgatando o saudosismo desses suspenses policiais de ação que tanto agradaram toda uma geração de cinéfilos (especialmente a galera que pegou a época das locadoras), mas infelizmente a quantidade de diálogos expositivos e a forma como estes foram estruturados desmancha todo impacto, toda surpresa que se espera quando se tem um Plot Twist . Porque não estamos falando do detalhe de uma luva látex, como em INSÔNIA (2005), por exemplo. Não. Estamos falando de diálogos que praticamente entregam tudo de mão beijada e atitudes tão suspeitas que fariam o próprio Johnny English desconfiar.

O pior de fazer o Rastro de Migalhas ser tão “na cara” assim é que a personalidade investigativa, perspicaz, inteligente do personagem de Boseman acaba sendo desmoralizada e você, enquanto espectador, se pergunta “Ué!? Mas esse cara é bom mesmo ou só teve sorte até hoje?”

Infelizmente, CRIME SEM SAÍDA falha justo no ponto mais importante da construção efetiva de um suspense policial que tinha tudo para ser um ótimo filme, mas acaba ficando apenas como bom.

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VEREDITO

Competente em criar motivo, conflito, tensão, mas não tão efetivo no que diz respeito a ritmo e ainda por cima com sérios problemas na forma como estruturou as pitas que deveriam servir para um Plot Twist que acabou por ser óbvio, CRIME SEM SAÍDA é uma produção interessante que definitivamente tinha tudo para ser um destaque positivo na lista de filmes lançados este ano.

Com um elenco competente, CRIME SEM SAÍDA consegue entreter de forma envolvente em diversos aspectos e apesar dos erros apontados nesta crítica está longe de ser uma produção ruim. Na verdade, CRIME SEM SAÍDA é uma experiência narrativa muito mais positiva do que negativa. Contudo, os problemas descritos aqui evidenciam pontas soltas que eram de extrema importância para que essa experiência narrativa fosse além do “bom”.

CRIME SEM SAÍDA estreia oficialmente nos cinemas brasileiros no dia 12 de dezembro, mas já está disponível para sessões de pré-estreia a partir de hoje.

Veredito 4 - BOM

FICHA TÉCNICA

Título Original: 21 Bridges
Lançamento: 12 de dezembro de 2019
Distribuição: Galeria Distribuidora
Direção: Brian Kirk
Roteiro: Adam Mervis, Matthew Michael Carnaham
Trilha Sonora: Alex Belcher, Henry Jackman
Edição: Tim Murrell

Elenco: Chadwick Boseman, Sienna Miller, J.K. Simmons, Stephan James, Taylor Kitsch, Keith David, Alexander Siddig, Louis Cancelmi, Victoria Cartagena, Gary Carr, Morocco Omari, Chris Ghaffari, Dale Pavinski, Christian Isaiah, Sarah Ellen Stephens, Jamie Neumann, Peter Patrikios, Jayson Ward Williams, Suzette Gunn, Khalil McMillan, John Douglas Thompson, Jennifer Onvie, Obi Abili, Andy Truschinski, Darren Lipari, Monica Hernandez, Adriane Lenox, Narci Regina, Sophia Blum, Stephen Medvidick, Zena Marie Ghanney, Kaylah Timoney, Justine Smith, Joseph D Fisher, Danny Plaza, Dwayne A. Thomas, Ryan Love, Joseph Lawrence, Sean Close, John O’DONNELL, Katie McClellan, Mike Rainey, Craig Newman, Cheryl Singleton, Pat Kiernan, Vivian Lee, Robin Rieger, Brooke Stacy Mills, Emily-Grace Murray, Chrisdine King, David Adams, Robert Poletick, John Jezior, Tony Giorgio, Sunny De Leon, James Bodnar, Jason Iannacone, Juan Encarnacion, Ray DeBenedictis, Yasiris Alvarado, Heather Capuano, Marisol Correa, Dominic Costa, Bryndis Davis, Cole Elliott.

Trailer:

CRIME SEM SAÍDA | TRAILER DUBLADO | 12 DE DEZEMBRO NOS CINEMAS

Como sempre enfatizamos: No final das contas, indiferente de críticas e de críticos, o que realmente importa é se VOCÊ gostou ou não do filme. Então, conta pra gente o que você achou nos comentários.

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Luiz Leonardo Favaretto

Formado em Gestão em TI, apaixonado por bodybuilding, cultura pop e economia. Gosta de escrever sobre os mais variados temas. Tem planos de lançar uma saga medieval que já vem escrevendo há algum tempo, enquanto se diverte tecendo contos de ação, suspense e terror. Adora podcasts, cinema e vê no mundo das histórias uma das mais fantásticas formas de expressar toda a criatividade humana.