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DUNA | CRÍTICA

Paul Atreides é um jovem brilhante e esforçado de uma família de nobres, que nasceu com um destino além de sua compreensão. Sua família é incumbida de viajar para o planeta mais perigoso do universo a fim de garantir a sobrevivência de seu povo. O que Paul e sua família não imaginavam é que estariam sendo jogados no meio do olho de um furacão de conflitos pelo fornecimento exclusivo do recurso mais precioso do universo, As Especiarias, um produto capaz de possibilitar a viagem interestelar, além de promover longevidade e outros benefícios para o corpo. Nessas circunstâncias, Paul está prestes a descobrir mais sobre si do que jamais imaginou. Este é o Plot de DUNA, adaptação do Sci-Fi homônimo, escrito por Frank Herbert e que estreou recentemente no Brasil.

DUNA é uma proposta corajosa (e ousada) de tentar, novamente, adaptar o épico literário dos anos 60, com uma aposta pesada na grandiosidade visual que os Planos Abertos e Planos Gerais imprimem nos olhos do público, locações distintas e enredo misterioso. Claro, isso tudo regado ao típico estilo de composição musical de ninguém menos que Hans Zimmer para criar a ambiência desbravadora que o longa pedia para abarcar o épico.

Épico”, aliás, é justamente a palavra que mais atrapalha DUNA. Não que o filme seja ruim, pois não é. Mas a preocupação exacerbada da produção em criar um “épico”, custe o que custar, atrapalhou o resultado final, justamente por quererem tanto um “épico” que esqueceram de trazer para o espectador uma narrativa que sustentasse esse “épico”. O resultado? Um filme com tomadas épicas e uma trama “ok” – pelo menos nesta primeira parte.

Isso quer dizer que DUNA não vale o ingresso? Isso quer dizer que DUNA é um título ruim? Isso quer dizer que “é melhor ir ver o filme do Pelé”? A resposta a todas estas indagações é “não”. DUNA não é um filme ruim, contudo não apresentou nada de espetacular – pelo menos nessa primeira parte da trama. E muito disto se dá ao desejo desesperado do longa querer ser visualmente grandioso. Mas não se preocupe, vamos destrinchar esse assunto.

Nesta crítica vamos abordar os pontos altos e baixos de DUNA e discorrer como forçar um épico pode prejudicar um provável épico.

Como de costume, o texto a seguir não contém quantidade significativa de spoilers.

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– SONHOS SÃO MENSAGENS DAS PROFUNDEZAS

Para entender o que faz um épico ser “épico”, é preciso entender o que, de fato, É um épico. Quais fatores devem ser levados em consideração? Quais caminhos tomar? Quais atalhos evitar? O que não pode faltar? O deve ficar de fora? Embora essas pareçam perguntas extremamente difíceis de responder, na verdade a coisa toda é mais simples do que se imagina. Tipo, BEM mais simples.

Um épico não é “épico” pela minutagem final, com 3 ou 4 filmes de mais de três horas cada. Não. Tampouco é “épico” por construir um mundo complexo – ou mesmo um universo – cheio de personagens complexos, com histórias complexas cheias de sub tramas, tentando amarrar cada uma dessas histórias em um mesmo Plot. Não. Muito menos é “épico” por abusar de Planos Gerais e Planos Abertos com uma cinematografia focada em mostrar para a audiência as dimensões daquele mundo/universo em que a história se passa. Também não.

Embora todos estes sejam elementos encontrados em épicos, nenhum destes é o cerne de uma história épica. Uma história épica é aquela cuja tangibilidade consegue transcender a tela e fazer o espectador se sentir parte daquele mundo, de modo a se preocupar com o destino das pessoas envolvidas na história e com o mundo/universo em que a trama acontece. Uma história épica consegue fazer a audiência mergulhar tão fundo naquele mundo que esta se interessa até pelas diferentes culturas, diferentes idiomas, usos e costumes, não pela “curiosidade” ou “modinha”, mas pela tangibilidade que o filme consegue transmitir. Tudo é grandioso em um épico? Sim, mas essa grandiosidade precisa não só fazer sentido no enredo, como precisa fazer a plateia acreditar ser possível um mundo/universo com aquelas particularidades. A real grandiosidade de um épico está aí, não nas proporções das paisagens, castelos, palácios, planícies, florestas, desertos, cidades, constelações e etc. De nada adianta ambientes de encher os olhos (e telas) se a narrativa não é imersiva o suficiente pra te fazer crer no que está acontecendo.

O que torna tangível, palpável, crível um épico é a atenção aos pequenos detalhes, a grandiosidade das locações precisa ser apenas um pano de fundo para questões realmente importantes como “por que diabos eu devo me importar com este personagem?”. Ou ainda, “qual a necessidade real deste personagem ir do ponto ‘A’ ao ponto ‘B’?”. Porque a regra número um a ser seguida numa adaptação de obra literária ao cinema é “o público não tem a obrigação de conhecer o material fonte”. DUNA peca justamente aí. E este erro acarreta uma sucessão de outros.

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– QUE BOM QUE ACORDOU CEDO. SEU PAI QUER QUE VOCÊ SE VISTA PARA A VISITA DO JUIZ DO IMPERADOR

Um dos problemas que DUNA carrega com sigo é achar que por se tratar de uma série de livros famosa a audiência vai para o cinema preparada, tendo lido todos os volumes que compõem a obra, sabendo de cor quem é quem, o que cada um quer, quais suas particularidades, o que defendem, o que condenam… Quando na verdade, a realidade é bem diferente disto. O espectador, majoritariamente, vai para o cinema instigado pelo trailer que lhe prometeu alguma sorte de escapismo. Simples assim. Muitos destes sequer eram nascidos em 1965, quando Herbert publicou seu romance. Aliás, muito provavelmente, ainda há quem vá assistir ao filme sem sequer imaginar que se trata da adaptação de uma saga literária. É obrigação do roteiro (e da direção) tornar cativante os personagens certos, pelos motivos certos. Caso contrário, quem está na poltrona não sente empatia pelos protagonistas e a experiência do filme se torna chocha. Gastar todas as fichas na aposta de que sua audiência já é fluente e profunda conhecedora do enredo é um baita tiro no pé, como vamos ver a seguir.

DUNA se perde, e muito, em um fundamento importantíssimo do Storytelling, construir personagens cativantes. Sendo ainda mais específico: DUNA se preocupa mais com o apelo visual de encher os olhos, do que em gastar tempo construindo adequadamente os personagens cruciais, pelos quais o espectador vai acompanhar a jornada. É exatamente o mesmo problema que MÁQUINAS MORTAIS (2018) carrega consigo. E é interessante observarmos isso, porque MÁQUINAS MORTAIS também foi uma aposta de ser um “épico“.

Para compreender o problema grave de DUNA e MÁQUINAS MORTAIS, vamos tomar como exemplo um épico que foi muito assertivo, a trilogia O SENHOR DOS ANÉIS. Este é um comparativo perfeito, justamente porque DUNA lançou sua primeira parte e podemos pegar apenas A SOCIEDADE DO ANEL (primeira parte da trilogia) para paragonar os títulos.

A SOCIEDADE DO ANEL, diferente dos demais apresentados, gasta a primeira meia hora de narrativa nos mostrando apenas 3 personagens que serão absolutamente cruciais para entendermos o que está por vir (tanto para quem já leu a obra original, quanto para quem nunca ouviu falar), Bilbo, Frodo e Gandalf. Bilbo, porque é o responsável por trazer o Um Anel até o Condado; Gandalf por ter envolvido Bilbo na aventura que culminou com o anel em posse de Bilbo; e Frodo por ser o herdeiro de Bilbo e atual encarregado de destruir o anel do poder.

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Isso é fundamental porque nos faz saber exatamente por quais olhos precisamos acompanhar o desenrolar dos fatos, nos faz importar com estes personagens e nos apresenta aquele mundo com suas diferentes culturas e particularidades através do dia a dia dos mesmos. Com isso, quando outras figuras são introduzidas, mesmo que tenham papeis importantes (ou mesmo menores), não ficamos confusos em saber por quais pontos de vista devemos nos focar durante a jornada.

MÁQUINAS MORTAIS, por outro lado, já nos primeiros vinte minutos de filme, nos apresenta 10 (dez) personagens. Você não leu errado. São 10 personagens em cerca de aproximadamente 20 minutos de trama, sem nos fazer criar conexão com nenhum deles. E como é comum em épicos ter uma quantidade massiva de pessoas envolvidas na história, saber exatamente quem realmente importa é capital para o público, porque se não há afinidade para com os personagens certos, não há interesse no desfecho.

MÁQUINAS MORTAIS ainda vai além, porque não só joga esse monte de figuras na tela, como pontas soltas, como também, nesse meio tempo, não demonstra absolutamente nada sobre Hester Shaw (interpretada por Hera Hilmar) que é a protagonista. Ela não fala, não interage, não conversa, não se comunica… Tudo o que faz é andar, observar, correr e saltar. Que conectividade pode sair daí? Pior, há uma cena inteira que é dedicada a colocar 3 personagens conversando sobre uma torradeira. No sentido mais literal da coisa. E se um enredo se presta a dar mais importância para uma torradeira (que não tem utilidade alguma no desenrolar dos fatos) do que para a protagonista… Não é difícil imaginar o resultado final.

DUNA segue o mesmo exemplo de MÁQUINAS MORTAIS e joga na tela várias figuras logo nos primeiros 20, 25 minutos e não gera a menor empatia por nenhum. É quase como se fosse uma obrigação contratual de dar “X” tempo de tela mínimo para cada ator e atriz envolvidos. Além disso, nesse curto espaço de tempo, DUNA tenta transmitir o máximo possível de cultura daqueles mundos, de forma acelerada, em vez de fazer isso de modo orgânico ao longo dos filmes (já incluindo os vindouros), como bem fez O SENHOR DOS ANÉIS. E tem mais: DUNA se perde tanto na apresentação de tantos personagens, que não constrói as vontades de Paul Atreides. Você não sabe o que ele quer, do que gosta, o que desgosta, pelo que luta, quais seus medos, ambições… Tudo o que o roteiro faz é mostrar que ele tem sonhos que o deixam confuso, enquanto que na maioria das cenas ele é conduzido a fazer algo porque foi ordenado por alguém, não porque teve vontade própria. Em outras palavras, é um Protagonista Passivo.

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– VAMOS TIRAR VOCÊS DO SOL. O CALOR É MORTAL NESSE LUGAR

DUNA é definitivamente um espetáculo visual. Paisagens belíssimas saltam os olhos de quem assiste. É uma verdadeira aula de Composição e de como utilizar com maestria planos que enobreçam ainda mais a ambiência. Mas de nada vale o apelo visual se o enredo não torna tangível este universo.

O SENHOR DOS ANÉIS conseguiu o status de “épico” por justamente dar valor às pequenas coisas, não ao cenário. O cenário é meramente um complemento de onde a cena se passa. O foco sempre foi a amizade construída entre os envolvidos, o amadurecimento de cada um em sua jornada e como a luta por um bem comum pode acabar com inimizades e fortalecer antigas alianças. Sem esse pano de fundo, O SENHOR DOS ANÉIS seria, muito provavelmente, mais um “épico” com uma competência visual encantadora, mas com uma história completamente esquecível, como AVATAR (2009).

Esquecível” é o termo que diretores e roteiristas deveriam se preocupar ao ouvir, porque ainda que o filme faça dinheiro (como fez AVATAR), estar no imaginário das pessoas por ter entregado uma boa história é a métrica que o público utiliza na hora de julgar se vale ou não investir seu dinheiro naquele ingresso. Se vale ou não dar uma nova chance para quem está dirigindo e/ou roteirizando aquele novo filme.

Sejamos honestos, épicos não só “épicos” meramente pelo apelo visual de proporções massivas, mas sim por transpassar o tempo. BEN-HUR (1959) que o diga.

Apesar de boas atuações, cinematografia belíssima, música imersiva e efeitos visuais de muita competência, DUNA é uma trama mais misteriosa do que convidativa. E toda a imersão do longa se dá pela música, não pela forma como o roteiro conduz e apresenta os personagens e seus dilemas. Isso é um problema sério, ainda mais se considerarmos o próximo ponto desta crítica.

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– OBRIGADO POR VIR. ACREDITO QUE NOSSOS POVOS TÊM MUITO A OFERECER UM AO OUTRO

DUNA tem outro entrave que não só é bastante curioso, como paradoxal ao ponto apresentado até aqui: A população de Caladan, planeta de Paul e sua família.

DUNA se preocupa tanto em impressionar visualmente; mostrar, logo de cara, a maior quantidade de seu elenco para o público e forçar, por estas vias, a percepção de cultura de Caladan e de Arrakis (onde o Plot realmente acontece), que se esquece completamente de mostrar para o público como é viver em Caladan. Tanto, que não há vislumbre de população. É basicamente um reino sem populares. Tudo o que DUNA permite que o espectador veja são alguns soldados e asseclas do pai de Paul em uma reunião no início do longa e depois uma tomada aérea do exército de Caladan ao chegarem em Arrakis. Isso é um baita problema, porque DUNA é um filme sobre legado. Em várias camadas. Como você quer o público sinta o peso do legado do seu protagonista, se não há o que defender deste legado, se não há por quem lutar?

A SOCIEDADE DO ANEL tem êxito em sua abertura justamente porque nos apresenta Bilbo, Gandalf e Frodo não em um vazio, mas em um condado. Numa festa, onde podemos ver a cultura dos Hobbits, seus costumes, o medo que sentem pela figura do dragão projetada pelos fogos de artifício, como são comilões, como são receptivos e por aí vai. É por isso que destruir o Um Anel é tão importante para Frodo. Não é para salvar a Terra Média, é para salvar as pessoas que vivem no Condado. São as raízes de Frodo naquele lugar, com aquelas pessoas pacíficas e pequeninas que tornam a jornada grandiosa, não o vislumbre das paisagens.

Quer outro exemplo de como evidenciar o legado de um personagem, com maestria, sem dizer palavra? O REI LEÃO (1994). Ou melhor, a abertura de O REI LEÃO. Ela não é arquitetada daquele jeito por mero acaso. Na verdade, é meticulosamente estruturada para mostrar ao público que aquele é um reino vasto, repleto de animais, cada qual com suas particularidades, culturas e costumes, que conhecem e respeitam a família real. Não só isso, como também celebram a vida do filho do rei e da rainha, pois sabem que aquele pequeno príncipe há de ser seu futuro rei, o detentor do legado real.

DUNA, por outro lado, não entrega indício algum de população justamente do planeta que mais precisava, o do protagonista. Isso agrava as coisas porque além de termos um Protagonista Passivo, não há o que nos faça perceber o quanto aquele lugar, aquelas pessoas, são importantes para ele. E se não são importantes para ele, qual o sentido em viajar para outro planeta a fim de garantir recursos para seu povo? Isso faz com que a população de Caladan seja percebida apenas um bando de comandos sem rostos que servem unicamente como conchas vazias.

DUNA, basicamente, tenta convencer o público de que um Protagonista Passivo, de um planeta-reino povoado apenas por alguns soldados, com personagens pouco cativantes, várias tomadas de paisagens e música imponente e desbravadora são o suficiente para compor um “épico”. É, em partes, o mesmo caminho de MÁQUINAS MORTAIS, que pode levar ao mesmo resultado: ser visualmente deslumbrante, mas esquecível. Tomara que percebam os erros, porque ainda dá tempo de corrigir.

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VEREDITO

Corajoso, ousado, visualmente impressionante, mas com um Storytelling empobrecido, DUNA é uma aposta que bate na trave nessa primeira parte, mas que ainda há espaço para consertar alguns problemas nos demais títulos da franquia.

Apostando pesado em ser um “épico”, DUNA coloca suas fichas no vislumbre visual e deixa de lado a boa construção de personagens, fazendo com que a jornada “épica” seja protagonizada por um agente passivo, que não tem anseios, ambições, metas, desejos, nada. Apenas confusões por meio de sonhos.

Agora é torcer para que o diretor e os demais roteiristas percebam os problemas, voltem para a prancheta e corrijam os entraves para as próximas partes de DUNA.

Novamente, isso não faz de DUNA um filme ruim. Na verdade, você tem um bom escapismo, um bom divertimento ao sair da cabine. Contudo, fica com a sensação de que faltou substância em algum ponto para que o grau de satisfação atinja a plenitude com o longa. Isso se dá, essencialmente, pelos problemas apontadas neste texto. Resta esperar que as continuações acertem as pontas frouxas e tragam um Storytelling mais coeso e focado no que realmente importa, os personagens.

Veredito 4 - BOM

FICHA TÉCNICA

Título Original: Dune
Lançamento: 21 de outubro de 2021
Distribuição: Warner Bros
Direção: Denis Villeneuve
Roteiro: Jon Spaihts, Denis Villeneuve, Eric Roth
Trilha Sonora: Hans Zimmer
Edição: Joe Walker
Cinematografia: Greig Fraser

DUNA é uma obra baseada no Sci-Fi literário homônimo escrito por Frank Herbert.

Elenco: Timothée Chalamet, Rebecca Ferguson, Oscar Isaac, Jason Momoa, Stellan Skarsgård, Stephen McKinley Henderson, Josh Brolin, Javier Bardem, Sharon Duncan-Brewster, Chen Chang, Dave Bautista, David Dastmalchian, Zendaya, Charlotte Rampling, Babs Olusanmokun, Benjamin Clémentine, Souad Faress, Golda Rosheuvel, Roger Yuan, Seun Shote, Neil Bell, Oliver Ryan, Stephen Collins, Charlie Rawes, Richard Carter, Ben Dilloway, Elmi Rashid Elmi, Tachia Newall, Gloria Obianyo, Fehinti Balogun, Dora Kápolnai-Schvab, Joelle, Jimmy Walker, Paul Bullion, Milena Sidorova, János Timkó, Jean Gilpin, Marianne Faithfull, Ellen Dubin, Michael Nardone, Duncan Pow, Károly Baksai, Gianni Calchetti, Björn Freiberg, Balázs Megyeri, Ferenc Iván Szabó, Laszlo Szilagyi, Peter Sztojanov Jr, István Áldott

Trailer:

Duna - Trailer Oficial

Como sempre enfatizamos: no final das contas, indiferente de críticas e de críticos, o que realmente importa é se VOCÊ gostou ou não da obra.

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Muito obrigado e até a próxima.


LLeo Favaretto

Formado em Gestão em TI, apaixonado por bodybuilding, cultura pop e economia. Gosta de escrever sobre os mais variados temas. Tem planos de lançar uma saga medieval que já vem escrevendo há algum tempo, enquanto se diverte tecendo contos de ação, suspense e terror. Adora podcasts, cinema e vê no mundo das histórias uma das mais fantásticas formas de expressar toda a criatividade humana.