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EXTERMINADORES DO ALÉM – A SÉRIE | 6 MOTIVOS PARA ASSISTIR

E SE AINDA NÃO ASSISTIU, VOCÊ É UM MANÉ!

Verdade seja dita, um dos públicos que mais reclama da qualidade das produções de conteúdo de cultura pop de seu país é o brasileiro. Muito disso com razão, haja vista que a maioria esmagadora das produções nacionais têm cara de novela. Não que isso seja necessariamente ruim, mas a falta de variedade (e de ousadia em variar) torna o consumo enfadonho. Por esse motivo, EXTERMINADORES DO ALÉM – A SÉRIE merece respeito.

EXTERMINADORES DO ALÉM – A SÉRIE vem exatamente na contramão das produções nacionais e se arrisca em terrenos que a maioria sequer cogita. Dando continuidade à OS EXTERMINADORES DO ALÉM CONTRA A LOIRA DO BANHEIRO, a série expande as aventuras de Jack (Danilo Gentili), Fred (Léo Lins) e Túlio (Murilo Couto) que continuam buscando uma porta de entrada na TV e no mundo da fama, claro, pelo caminho mais difícil: os umbrais do inferno.

A série não é perfeita, é verdade. Há furos de roteiro e alguns problemas de lógica em alguns episódios, contudo o tom do humor e a coragem de inovar no conteúdo televisivo “BR HU3” são diversão garantida, especialmente aos fãs de Trash. Por isso, aqui vão 6 (seis) motivos para você assistir EXTERMINADORES DO ALÉM – A SÉRIE.

OBS.: Embora a série tenha se encerrado nesta madrugada, quem ainda não assistiu pode conferir todos os episódios no Canal Oficial no YouTube. Isto dito, bora lá!

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1 – HISTÓRIAS DIVERTIDAS E SEM ENROLAÇÃO

Um dos pontos altos de EXTERMINADORES DO ALÉM – A SÉRIE é a forma como as histórias dos episódios se dão. Sempre dinâmicas, direto ao ponto. Não são tramas cheias de malabarismos, com grandes reviravoltas, mas são divertidas. Claro, alguns episódios melhores do que os outros, mas todos se completam muito bem.

EXTERMINADORES DO ALÉM – A SÉRIE tem uma proposta bacana de ampliar as possibilidades do mundo em que os heróis nada habilidosos combatem as forças das trevas. Apresentando ao público novas assombrações, com novos desafios, algumas destas mais letais, outras mais cômicas, outras provocativas, mas todas formam certo grau de coesão dentro da proposta da série. Com um tom irreverente, os 10 episódios desta primeira temporada são bastante assertivos e, de modo geral, garantem boa diversão aos fãs das produções do gênero.

Vale ressaltar que o dinamismo que a série apresenta cativa e mantém o espectador interessado em adentrar nesse mundo sórdido e despirocado com os Exterminadores, hora torcendo para que vençam as assombrações, hora torcendo para que os comediantes (que interpretam os Exterminadores) vençam a militância da internet não sejam cancelados pelas piadas que o programa apresenta.

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2 – SETUPS, PAYOFFS E ARMA DE CHEKHOV BEM UTLIZADOS

Quem acompanhas as críticas aqui do LEPOP sabe que tentamos fazer destes textos algo realmente educativo, não meramente opinativos. Que queremos que os leitores de nossas críticas aprendam especialmente sobre Storytelling para que desenvolvam critérios mais acurados na hora de avaliarem os títulos que consomem, por isso sempre ressaltamos quando certos aspectos técnicos do Storytelling são bem ou mal utilizados. E no caso de EXTERMINADORES DO ALÉM – A SÉRIE temos de elogiar o bom uso desses três recursos narrativos que são fundamentais para que Causas, Consequências e Soluções tenham sentido numa trama: Setups, Payoffs e Arma de Chekhov. Você pode ler mais a respeito destes em nossas críticas clicando aqui (Garota da Moto) e aqui (Histórias Assustadoras). Mas, de qualquer forma, vamos recapitular de maneira bem rápida:

Arma de Chekhov: Este é um princípio narrativo que diz que tudo o que for estabelecido no enredo deve, necessariamente, ser utilizado mais adiante. Que não haja rebarbas, que não haja nada estabelecido que não venha a ser utilizado posteriormente.

Exemplo: Se há uma arma encima de uma escrivaninha, que se tenha dado um close nessa arma (ou seja, o espectador teve a informação clara de que existe uma arma ali), que esta tenha seu lugar no desenrolar dos fatos e seja utilizada em algum momento futuro (ou com algum Flashback de seu uso no passado). Caso contrário, não há necessidade sequer da arma existir na história.

Setup e Payoff: Se a Arma de Chekhov fala sobre não estabelecer nada inútil na trama, os Setups e Payoffs são a concretização deste princípio, porque não só estabelecem informações importantíssimas (Setup), como também fazem com que o acesso a estas informações seja crucial para o avanço narrativo e/ou o desenvolvimento de personagens. De modo a gerar na audiência a sensação de satisfação (Payoff) por ver a utilidade real daquela informação, item etc.

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Isso geralmente se dá de forma discreta. Entregando esses elementos como se fosse algo corriqueiro, sem grande importância, quando na verdade, mais adiante, essas informações (ou estes itens coletados) têm grande utilidade no desfecho, ou para que os personagens atinjam algum objetivo.

Exemplo: Um excelente exemplo desse uso está no primeiro episódio da série PROFISSÃO PERIGO (MacGyver – 1985), onde para impedir que uma rachadura num tanque de ácido numa base secreta coloque em risco a vida de dezenas de cientistas, MacGyver encontra e coleta alguns chocolates caídos no caminho até o tanque. O público, de começo, não entende o motivo, mais tarde MacGyver revela que aquele tipo de ácido não dissolve a mistura de ingredientes que os chocolates formam, com isso ele sela a rachadura.

EXTERMINADORES DO ALÉM – A SÉRIE faz um ótimo uso desses pilares do Storytelling, especialmente por meio de Flashbacks, em todos os episódios. E como se trata de uma série de humor, as informações mais importantes são justamente aquelas que você julga ser as mais idiotas – ou absurdas. O que faz total sentido dentro da proposta da história.

É interessante observar que todos os episódios são roteirizados por Danilo Gentili, e isso mostra uma evolução enquanto roteirista. Ainda é um longo caminho a ser trilhado? Sim, mas essa atenção a estes detalhes já elevam o produto final. Muito embora haja episódios com certos problemas de lógica e alguns furos no roteiro (alguns furos provavelmente por questões de edição, inclusive), ainda assim o resultado é mais positivo do que negativo.

E sejamos honestos, né? Tá cheio de produção hollywoodiana por aí que caga pra esses fundamentos narrativos e entrega histórias sem coesão alguma. EXTERMINADORES DO ALÉM – A SÉRIE é, pelo menos nesse ponto, um tapa na cara de muitos títulos por aí.

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3 – ENREDO IMPREVISÍVEL

Imprevisibilidade é um ponto altíssimo de EXTERMINADORES DO ALÉM – A SÉRIE. Não só os episódios trazem desafios imprevisíveis aos Exterminadores do Além, como entregam para os espectadores as soluções mais inusitadas, toscas e idiotas possíveis. E isso é maravilhoso!

EXTERMINADORES DO ALÉM – A SÉRIE é uma produção que não se leva a sério, por isso o uso do absurdo e da estupidez (como bem mencionado no décimo episódio) têm um poder tão grande na efetividade do humor nesse gênero.

Cada capítulo tem assombrações excêntricas, com poderes excêntricos, histórias excêntricas e requerem soluções tão excêntricas quanto. E acredite, em alguns episódios você vai se surpreender com a capacidade do roteiro de entregar soluções bobas para problemas complexos. É como se OS TRÊS PATETAS se aventurassem pelo Trash. E, novamente, isso é maravilhoso!

A imprevisibilidade da trama de EXTERMINADORES DO ALÉM – A SÉRIE não só mantém o espectador atento a cada avanço narrativo, como traz um ar de frescor às produções nacionais. Aliás, cada aparição que os Exterminadores do Além enfrentam mostra o quão imprevisíveis as forças do mal podem ser:

A Mulher de Branco, O Espírito Marombeiro, O Jogo do Copo, A Assombração do Estúdio 6, O Senhor das Trevas, A Bruma Assassina, O Sábado 14, O Funcionário Fantasma, Os Senhores da Terra e O Juízo Semifinal. Estes são tanto os títulos dos episódios ordenados do primeiro ao último, quanto também as entidades enfrentadas ao longo da temporada.

Há dentre os episódios, claro, alguns melhores que outros. Como há também aqueles que batem na trave, mas de modo geral esta temporada é muito boa. Não só pela proposta, mas especialmente pela forma imprevisível como estabelece as circunstâncias, desenvolvimento e conclusão de cada capítulo.

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4 – PARTICIPAÇÕES ESPECIAIS

É muito bacana de ver as participações especiais escolhidas para compor o elenco de EXTERMINADORES DO ALÉM – A SÉRIE. Dubladores, influencers, atores, atrizes e, claro, humoristas, além de apresentadores e figuras conhecidas da TV. Porra, os caras chamaram o Roque (SBT) pra participar de um episódio!

Além do Roque, a série ainda traz nomes como Ângela Dippe (Penélope de “Castelo Ratimbum”), Sill Esteves, Garcia Júnior (ator e dublador de personagens icônicos como Pica-Pau, He-Man, MacGyver, Simba, Arnold Schwarzenegger, dentre outros), Ivann Gomes (Batoré), Aline Mineiro, Leo Stronda, Nerd Rabugento, Carlos Seidl (dublador do Seu Madruga), Matheus Ueta, Jean Paulo Campos, Igor Guimarães, Antônia Fontenelle, Man Hong, Tânia Gaidarji (dubladora da Bulma de “Dragon Ball”), Saulo Laranjeira (o Deputado João Plenário de “A Praça É Nossa”), Dudu Camargo, Ratinho, Celso Portiolli, Sikêra Júnior, Giovanna Chaves e muitos outros.

Aqui vai uma curiosidade sobre a participação da Giovanna Chaves: pra quem não sabe, ela foi a primeira atriz escolhida para viver a Loira do Banheiro (Catarina) em OS EXTERMINADORES DO ALÉM CONTRA A LOIRA DO BANHEIRO, mas como entre a seleção do elenco, produção propriamente dita e início das filmagens levou muito tempo, a atriz ficou mais velha do que o papel permitia, Pietra Quintela acabou sendo escolhida para substituir Giovanna Chaves e fez um ótimo trabalho.

Contudo, Giovanna retorna com um papel bastante divertido de uma gamer, que já havia sido mencionada no filme, Manix.

Aliás, outro ponto positivo da série é que ela traz de volta alguns personagens que apareceram no longa, como a própria Manix, que antes só fora citada, mas desta vez tem um rosto. Traz de volta o cigarro Red Devil e O Feto, como também a dupla Matheus Ueta e Jean Paulo Campos, que no filme foram os responsáveis por invocar a Loira do Banheiro, dessa vez invocam um espírito bêbado.

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5 – HUMOR E TRASH LADO A LADO

Também conhecido como TERRIR, que é um mix de Terror e Comédia, uma variável do TRASH que tem maior apelo ao humor, se popularizou no Brasil, especialmente entre os anos 80 e 90, por conta da irreverência e acidez com que brincava com temas sensíveis, com piadas absurdas em tom politicamente incorreto.

Este gênero cativou milhões de fãs ao redor do mundo – e ainda cativa. Haja vista a quantidade de prêmios que o longa OS EXTERMINADORES DO ALÉM CONTRA A LOIRA DO BANHEIRO ganhou no exterior.

Títulos como UMA NOITE ALUCINANTE 2 (1987) e UMA NOITE ALUCINANTE 3 (1992) são cultuados até hoje por seu tom de humor, história envolvente e personagens marcantes, como o icônico Ash Williams, interpretado por ninguém menos que Bruce Campbell.

A verdade é que com a politização da cultura e o apelo ao progressismo que vivemos hoje em dia, muitos destes fãs ficaram órfãos de produções do tipo. Até porque o tom politicamente incorreto faz parte desse gênero e a ala progressista tende a desgostar veementemente daquilo que vá na contramão do que dizem (e exigem) ser “o certo”. Então você tem sites, portais e críticos que descem a lenha nessas produções – por razões ideológicas, claro.

Mas EXTERMINADORES DO ALÉM – A SÉRIE não se apega ao pedágio ideológico e traz o TERRIR raiz novamente aos fãs. Infelizmente, esta pode ser a primeira e única temporada da trupe de caçados de assombrações, visto que por razões ideológicas nenhum estúdio se interessou em exibir a série, e Gentili basicamente entregou de graça para ser exibida no SBT após seu programa.

É uma pena que o crivo utilizado não seja o apelo do público e sua demanda por conteúdo específico, mas sim uma agenda político-ideológica motivada por discordância e birra. Curiosamente, estes estúdios não se importam em produzir e exibir títulos que ninguém consome – mas que são politicamente alinhados com seus ideais. Vai entender…

Isso não isenta EXTERMINADORES DO ALÉM – A SÉRIE de falhas, inclusive no humor, porque embora haja a clara proposta de forçar piadas e trocadilhos, algumas horas essa fórmula não funciona tão bem, há momentos que essa abordagem destoa das cenas. Mesmo sendo proposital (e funcionando em dados momentos), ainda assim faltou um feeling um pouco maior pra encaixar tiradas, piadas e trocadilhos em certos instantes de forma mais natural.

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6 – CORAGEM DE VIR NA CONTRAMÃO

EXTERMINADORES DO ALÉM – A SÉRIE é uma proposta bastante corajosa, porque coloca os fãs em primeiro lugar. Isso chega a parecer absurdo hoje em dia, em tempos sombrios nos quais estúdios dão pleno aval para artistas saírem ofendendo os fãs das produções nas redes sociais.

Mais do que isso, EXTERMINADORES DO ALÉM – A SÉRIE tem a coragem de propor um entretenimento que foge da zona de conforto novelesca, entregando aos fãs a oferta que tanto demandaram.

Verdade seja dita, qualquer produção cinematográfica, televisiva, artística de modo geral, no Brasil, é um verdadeiro caos pra ser concluída. Há muita gente talentosa e bem-intencionada, mas há também pessoas que só têm vontade – se é que você me entende. Fora os custos altíssimos com material para maquiagem, figurino, aluguel de equipamentos de filmagem, som, efeitos práticos como sangue e explosões, locações para filmagens, alimentação dos envolvidos, pós-produção, efeitos visuais, trilha sonora, cachês… Sem mencionar a burocracia com os órgãos estatais pra conseguir aval e etc. Tudo isso não só encarece as produções como também desmotiva inclusive a quebra de certas barreiras, visando até mesmo uma expansão de oferta, em gêneros como ação, terror, ficção, fantasia, animação e etc.

EXTERMINADORES DO ALÉM – A SÉRIE merece os louros por ser uma série barata com um resultado tão bacana. Não é perfeita, é verdade, mas é muito boa. Especialmente se comparada ao que vem sendo apresentado ao público brasileiro massivamente há anos.

Resta torcer para que uma nova temporada (ou temporadas) seja produzida e venha ser ainda melhor que esta primeira. Se estúdios abrirão mão da conveniência ideológica pra abraçar a exibição de uma nova temporada? Não sei dizer, mas espero que se lembrem que quem mantém o mercado funcionando são os fãs, não os militantes.

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Muito embora esta não seja uma crítica propriamente dita, EXTERMINADORES DO ALÉM – A SÉRIE vale um veredito e uma classificação. Então, vamos lá!

VEREDITO

Corajosa, irreverente, divertida, mas com alguns problemas de roteiro, EXTERMINADORES DO ALÉM – A SÉRIE é uma proposta bastante interessante que abraça o absurdo, em tom jocoso e tosco. Sem pretensão de ser um “marco na história da TV brasileira”, mas sim em fazer humor e resgatar o saudoso TERRIR que tantos sentem falta.

Com um enredo criativo, dinâmico e imprevisível, EXTERMINADORES DO ALÉM – A SÉRIE dá continuidade aos acontecimentos do longa predecessor expandindo o universo e as trapalhadas dos heróis desprovidos de qualquer forma de noção. Numa mistura de OS TRÊS PATETAS, CHAPOLIN, ASH VS EVIL DEAD e CEGOS, SURDOS E LOUCOS, o roteiro de Danilo Gentili e a direção de Fabrício Bittar abrem caminho corajosamente em meio um mar de mesmice e clubismo ideológico. Apresentando aos fãs do gênero uma série que não é perfeita, mas que é muito divertida.

Se você ainda não assistiu, assista! Basta clicar aqui, ou conferir os episódios listados abaixo da ficha técnica.

FICHA TÉCNICA

Título Original: Exterminadores do Além – A Série
Lançamento: setembro de 2021
Distribuição: Warner Bros, SBT
Direção: Fabrício Bittar
Roteiro: Danilo Gentili, Adriano Schmidt
Trilha Sonora: David Menezes
Edição: Nicholas Fettback, Bruno Nunes
Cinematografia: Eduardo Makino

Exterminadores do Além é uma criação de Danilo Gentili

Elenco: Murilo Couto, Danilo Gentili, Léo Lins, Dudu Camargo, Ratinho, Avatar Real, Marcos Aguena, Márcio Américo, Jures Andrade, Drag Any, Real Avatar, Juliana Bebe, Murilo Bordoni, Jean Paulo Campos, Ricardo Campos, Isabela Cetraro, Giovanna Chaves, Júlio César, Angela Dippe, Sill Esteves, Franco Fanti, Luiz Fernando, Antônia Fontenelle, Tânia Gaidarji, Ivann Gomes, Igor Guimarães, Man Hong, Garcia Júnior, Saulo Laranjeira, Laís Lopes, Silvana Lopes, Nill Marcondes, Aline Mineiro, Carlos Miola, Júlio Nale, Blig Pit, Diogo Portugal, Nerd Rabugento, André Luiz Rey, Luiz Ricardo, Roque, Carlos Seidl, Diego Serafim, Michel Serdan, Kedny Silva, Ana Lucia Soares, Leo Stronda, Matheus Ueta


EPISÓDIOS:

Exterminadores do Além A Série | Episódio 1
Exterminadores do Além A Série | Episódio 2
Exterminadores do Além A Série | Episódio 3
Exterminadores do Além A Série | Episódio 4
Exterminadores do Além A Série | Episódio 5
Exterminadores do Além A Série | Episódio 6
Exterminadores do Além A Série | Episódio 7
Exterminadores do Além A Série | Episódio 8
Exterminadores do Além A Série | Episódio 9
Exterminadores do Além A Série | Episódio 10

E já que você gosta de cinema e séries:

Aproveite também pra ler nossas críticas.


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Muito obrigado e até a próxima.


LLeo Favaretto

Formado em Gestão em TI, apaixonado por bodybuilding, cultura pop e economia. Gosta de escrever sobre os mais variados temas. Tem planos de lançar uma saga medieval que já vem escrevendo há algum tempo, enquanto se diverte tecendo contos de ação, suspense e terror. Adora podcasts, cinema e vê no mundo das histórias uma das mais fantásticas formas de expressar toda a criatividade humana.