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OS MISERÁVEIS (2019) | CRÍTICA

Stéphane é um policial que ingressou recentemente no Esquadrão Anticrime de Montfermeil, nos subúrbios de Paris, uma região tomada por gangues, crimes, tráfico, violência e prostituição. Acostumado a uma realidade completamente diferente da atual, Stéphane terá de se adaptar rápido se quiser sobreviver à crueza de um local que não tem piedade de ninguém. Este é o Plot de OS MISERÁVEIS, suspense dramático francês dirigido por Ladj Ly, vencedor do Prêmio do Júri do Festival de Cannes e distribuído pela Diamond Films.

Pelo parágrafo acima é possível perceber uma similaridade bastante conveniente com outro premiadíssimo longa: DIA DE TREINAMENTO (2001). E de fato são bastantes similaridades que podem ser traçadas ao longo de ambos os títulos, dentre elas a maneira como os protagonistas são estruturados, sendo Protagonistas Passivos/Reativos. Entretanto, em um dos casos isso é justificável e parte do Plot, enquanto que no outro não funciona tão bem.

Mas antes de continuarmos esta crítica destrinchando os erros e acertos de OS MISERÁVEIS, eu preciso dizer logo de cara: por tudo que é mais sagrado, vá ao cinema e assista OS MISERÁVEIS. É um baita filme. E ainda que tenha problemas por se valer de um Protagonista Passivo, com certeza vai lhe garantir uma muito boa experiência narrativa, muito mais visceral do que aquilo que foi visto em DIA DE TREINAMENTO.

Voltando:

Já comentamos aqui no site diversas vezes os problemas de construir e apresentar como protagonista um personagem que não tem metas e objetivos claros a cumprir, mas hoje, no decorrer deste texto, vamos conversar sobre o que talvez seja a única forma de transformar esse problema em algo útil para o desenrolar dos fatos em um filme.

Nesta crítica vamos abordar os pontos altos e baixos de OS MISERÁVEIS e discorrer como a multidimensionalidade na estrutura dos coadjuvantes pode ajudar mascarar os problemas de um Protagonista Passivo e elevar o filme ao nível de aclamação.

Como de costume, o texto a seguir não contém quantidade significativa de spoilers.

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-VOCÊ CHEGOU AGORA E QUER DAR SERMÃO? ESSA É A NOSSA VIDA. VOCÊ ACABOU DE CHEGAR, MAS FAZ DEZ ANOS QUE A GENTE TÁ AQUI.

É impossível assistir a OS MISERÁVEIS e não traçar paralelos com DIA DE TREINAMENTO, seja pela proposta, seja pela estrutura narrativa, seja pelas atitudes dos protagonistas – ou pelo menos a maioria delas. Mas o fato é: você vai ficar fazendo links entre os títulos. E talvez o diretor e co-roteirista Ladj Ly já imaginasse isso e se permitiu levar a sujeira e a maldade no enredo de sua produção ao próximo nível justamente para destaca-la do título de 2001.

Em OS MISERÁVEIS absolutamente nada é “preto no branco”. É tudo cinza. Mas muito, muito cinza. Ninguém é “bom” ou “mal”. As pessoas simplesmente são. Não estão nem aí para o que você vai pensar delas no final do dia. E pra mim, talvez este seja o maior traço de genialidade dos roteiristas de OS MISERÁVEIS, porque torna tangível aquele ambiente a um ponto em que com poucos minutos de história a atenção do espectador já está completamente imersa, completamente “comprada” pelo roteiro. Roteiro este que constrói com maestria uma realidade em que é difícil viver de maneira honesta, é difícil se manter íntegro, é difícil ser policial, é difícil aplicar a lei, é difícil ser jovem, é difícil ser adulto, é difícil ter filhos, é difícil educar adequadamente os filhos, é difícil ser pobre, é difícil empreender, é difícil professar e manter a fé, é difícil recomeçar a vida, é difícil conviver entre diferentes grupos étnicos, é difícil morar em um lugar dominado por gangues, é difícil conviver.

O que é extraordinário do quadro descrito acima é o fato de que o mero esbarrão em alguém pode causar uma guerra interminável, e se você não for parte de um grupo violentamente ativo vai estar em maus lençóis. Assim, a trama leva a ideia de Obstáculos e Conflitos a outro patamar. Com isso, a audiência fica cativa aguardando pelo pior a cada novo instante. E à medida que os acontecimentos vão se enfileirando a tensão só aumenta, os conflitos se intensificam e a escala de cinza fica ainda maior.

Do ponto de vista analítico, isso é uma baita sacada, porque a maneira multidimensional a qual os coadjuvantes são construídos, a qual a ambientação da história é construída, funciona tão bem que consegue camuflar um problema bastante inconveniente: Stéphane e seu Protagonismo Passivo.

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-EU APELO AO SEU ESPÍRITO DE EQUIPE. UNIÃO. SEM UNIÃO, SEM TIME. SEM TIME, ESTAMOS SOZINHOS.

Protagonizar passivamente uma história é um baita problema. É um problema porque não gera empatia com os espectadores. Pois quem deveria puxar a história, criar oportunidades para a evolução dos Atos, levar o enredo do ponto “A” ao ponto “B” enquanto busca atingir uma meta clara e objetiva na verdade não faz nada disso. E se o protagonista não faz a história andar então qual o motivo de estar nesse posto? Qual a lógica de contar aquela história pelos olhos daquela pessoa? Se ela não tem serventia para a narrativa, qual o sentido de estar na história?

Goste você ou não, contar histórias é lidar diretamente com gatilhos mentais. A própria estrutura de uma história é um gatilho mental. Storytelling é evocar em nosso Sistema Límbico um batalhão de gatilhos mentais. É por isso que se reage emocionalmente a tipos de narrativas distintas, porque pra algumas pessoas certos gatilhos mentais são mais fortes que outros. É por isso que se gosta de alguns personagens, desgosta de outros, aceita os acontecimentos de um filme, condena os de outro… E goste você ou não, nosso cérebro é “programado” a reagir a determinados estímulos (gatilhos mentais) com determinadas ações geralmente previsíveis. Por esse motivo, nos conectamos, nos identificamos com personagens que protagonizam as histórias que nos agradam; especialmente: criamos empatia, vínculo, nos inspiramos em conquistas. Nos inspiramos pela valentia, pela superação, pela coragem de enfrentar, pela força de vontade de conquistar, não pela preguiça ou ausência de vontade. Justamente por isso, protagonistas que são passivos acarretam problemas ao Plot, porque não aspiram metas, conquistas, não têm objetivos, não buscam superar obstáculos, nada. Ou seja, não despertam no público empatia. É o caso de Stéphane em OS MISERÁVEIS.

No início deste texto, mencionei que tanto OS MISERÁVEIS quanto DIA DE TREINAMENTO têm Protagonistas Passivos e destaquei que em um dos casos isso funciona e é justificável porque faz parte do enredo, enquanto que no outro caso não funciona. Pois bem, vamos entrar em maiores detalhes agora pra demonstrar como Jake (Ethan Hawke), em DIA DE TREINAMENTO, mesmo não tendo um papel ativo, serviu para mover a história em dois trechos cruciais; e como Stéphane (Damien Bonnard), em OS MISERÁVEIS, é apenas puxado pela história, mesmo tendo papel ativo em dois momentos.

Em DIA DE TREINAMENTO, logo ao início da película, acompanhamos Jake, por vontade própria, impedir que uma adolescente fosse estuprada. Esse é um ponto muito importante: Jake não foi ordenado a intervir, ninguém lhe pediu para agir. Ele simplesmente agiu. Na verdade, ao sair do carro de Alonzo (Denzel Washington), Jake estava desobedecendo a uma ordem. Mais pra frente, quase ao final do Segundo Ato, nós vemos Jake ter de se virar sozinho para salvar a própria vida quando Alonzo o larga nas mãos da gangue dos mexicanos e só então descobrimos que aquela adolescente que Jake salvou era prima do criminoso que estava prestes a estourar seus miolos (sim, estamos falando novamente de Arma de Chekhov. Clique no link pra ler mais críticas que abordam o assunto).

Refrescou a memória? Agora vamos aos fatos:

Jake tem apenas DOIS momentos ativos, dois momentos chaves, em DIA DE TREINAMENTO, em que ele move a história do ponto “A” para o ponto “B”. E justamente, esse era todo o foco da trama, fazer Jake aprender a tomar as redias da própria vida. Aprender a ser proativo. Mostrar pra ele que aquele mundo não perdoa ninguém, especialmente pessoas passivas, e que muitas vezes, pra salvar a própria vida, você precisa sujar as próprias mãos.  Pra que ele continuasse vivo, Alonzo tinha de morrer.

Durante toda a narrativa de DIA DE TREINAMENTO, salvo os momentos citados no parágrafo anterior, vemos Alonzo puxar a história. É ele quem deve às pessoas erradas, é ele quem arma o esquema para roubar a grana dos outros, é ele quem mata e cria a história que depois será contada pelos demais membros do time para a corregedoria, é ele quem combina com os mexicanos para matarem Jake, simplesmente porque o novato não queria fazer parte da sujeira. Mas é naquela banheira, com uma espingarda na boca, que Jake passa a puxar a história, pois é ele sozinho quem se livra da morte súbita, é ele quem convence seu algoz a ligar para a prima e confirmar a história, é ele quem vai atrás de Alonzo e o encurrala, é ele quem atira na bunda de Alonzo na frente de um bairro todo que o temia e o deixa humilhado e é por causa desse tiro, dessa humilhação, que Alonzo se atrasa para entregar o dinheiro da dívida e acaba morto. Percebe? Levou a história de “A” para “B”.

Quando se fala de Storytelling, algo que é quase via de regra é o protagonista passar por todas as fases da narrativa para aprender algo valioso. Este algo pode ser acerca de si mesmo, acerca de alguém próximo, acerca de um grupo de pessoas ou acerca do ambiente à sua volta. Na maioria esmagadora das vezes, essa lição serve para mudar a perspectiva de quem puxa a trama. Há suas poucas exceções, claro, mas ainda assim isso é basicamente padrão. É como se a história partisse do ponto de que as crenças de quem protagoniza o título fossem sólidas e imutáveis, só quando o filme chega ao fim essas mesmas crenças se mostram erradas de início, mentirosas. Mas agora, ao final da história, quem protagoniza a obra vê a situação de maneira mais ampla, sob outra perspectiva. E esta é a única situação em que é aceitável um Protagonista Passivo, quando faz parte do Plot levar o protagonista a perceber a importância de tomar as radias da própria vida, a dominar a situação, em outras palavras: deixar de ser passivo.

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-VOCÊ NÃO TEM CULPA? COMO SEMPRE? E SE ESTÃO CERTOS EM MOSTRAR A RAIVA DELES? É O ÚNICO JEITO DE SER OUVIDO. NÃO DÁ PRA EVITAR A RAIVA E OS GRITOS.

Stéphane também é construído como alguém que tem algo a aprender, mais especificamente: entender que lidar com o submundo das gangues de Montfermeil não é uma tarefa fácil, tampouco “limpa”, pois pra se manter vivo naquele lugar ele terá de abrir mão de boa parte de seu código moral e ético. Isso, o longa deixa bem claro. O curioso, no caso de Stéphane é que, diferente de Jake, não vemos o personagem finalmente entender que aquele ambiente hostil não terá compaixão dele. No lugar disso, o que nos é mostrado é ainda uma incerteza se Stéphane vai ou não mudar sua atitude.

É bem verdade que há três momentos de OS MISERÁVEIS em que Stéphane é a força motriz que teoricamente faz a trama andar. E por “teoricamente” quero dizer que um desses momentos não necessariamente move a história, mas desenvolve seu personagem, só que esse detalhe do desenvolvimento de seu personagem é muito importante para que os outros dois momentos ativos sejam coesos.

Todo o problema, porém, é que Stéphane, mesmo após passar o diabo, não evolui, não percebe que precisa mudar, amadurecer, não aprende que precisa sujar as mãos para viver, não entende que precisa ser ativo, proativo, estar um passo a frente, desconfiar de tudo e de todos, ver até mesmo os que parecem inocentes e/ou inofensivos como potenciais assassinos ou potenciais criminosos. E se tem uma coisa que o roteiro de OS MISERÁVEIS deixa claro como a água mais cristalina que possa existir é que em Montfermeil se você não estiver sempre vigilante pode perder sua vida num piscar de olhos.

Verdade seja dita, há um momento no ápice do Terceiro Ato em que até vemos Stéphane perceber que precisa abrir mão de suas condutas éticas e morais pra sobreviver. É uma cena bem tensa, em que está literalmente encurralado. Só que a mesma cena apresenta um problema sério: sua conclusão. É a conclusão da cena que vai nos mostrar (e não dizer) se Stéphane aprendeu a lição. Ou melhor: a conclusão da cena DEVERIA nos mostrar, mas não mostra. Infelizmente, se eu disser por que a cena não mostra o que deveria, vou entregar um spoiler bem grande, contudo, quando você for assistir OS MISERÁVEIS, vai entender perfeitamente o que eu quero dizer.

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-NÃO ESCOLHEU UM BOM TIME, MEU CARO.

Não se deixe enganar pelo fato de OS MISERÁVEIS ter um Protagonista Passivo. Ainda assim este é um baita filme. E de longe, o maior ponto positivo de OS MISERÁVEIS é essa crescente escala de cinza que engolfa toda ambientação da trama, particularmente na forma como afeta os coadjuvantes.

Os coadjuvantes em OS MISERÁVEIS são estruturados de maneira tão tangível que isso faz com que a cada novo personagem apresentado o espectador fique não só tenso, mas curioso pra saber em quê aquela pessoa vai contribuir para a trama, porque outra coisa que é muito bem feita em OS MISERÁVEIS é o uso da Arma de Chekhov. Não há personagens inúteis, não há diálogos inúteis, não há tomadas inúteis, não há locações inúteis, não há closes inúteis, não há objetos em cena dispostos de maneira inútil, não há motivações inúteis. Tudo em OS MISERÁVEIS serve aos dois únicos propósitos aos quais deveriam servir: mover a trama e/ou desenvolver personagens.

E ainda que Stéphane não seja a engrenagem principal responsável por fazer a história fluir, tenha certeza que ao assistir OS MISERÁVEIS você não vai perder seu tempo com uma história empacada, travada, estacada. Não. Muito pelo contrário. OS MISERÁVEIS é um suspense dramático incrivelmente dinâmico e ritmado. Com uma proposta bastante clara de levar a plateia a se encolher na poltrona do cinema enquanto presencia o desenrolar tenso dos fatos que constroem aquele ambiente hostil. E isso, somado ao que está descrito no parágrafo acima, consegue acobertar boa parte dos problemas no desenvolvimento de Stéphane.

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-VOCÊ NUNCA SERÁ UM POLICIAL DE VERDADE.
-POR QUE EU NÃO BRINCO DE COWBOY?

-PORQUE VOCÊ AINDA NÃO ENTENDEU QUE NÃO É BRINCADEIRA.

Existe outro ponto positivo bem alto em OS MISERÁVEIS que eleva ainda mais a experiência de quem assiste, o som. A Edição de Som desse filme é fora de série. Tanto o trabalho de captação quanto o de Foley estão bem acima da média. A última vez que vi um filme desse estilo ter uma qualidade de áudio tão boa foi em FOGO CONTRA FOGO (1995). Quem assistiu FOGO CONTRA FOGO vai pegar a referência na hora, ao assistir OS MISERÁVEIS. E talvez o diretor Ladj Ly tenha se inspirado no clássico noventista na hora de escolher as localidades em que as cenas de confronto seriam gravadas. E prezado(a) leitor(a) isso faz toda a diferença.

Som é, de longe, o elemento mais importante na hora de criar uma ambiência realmente imersiva para os espectadores, não pelo volume excessivo, mas sim pela qualidade e quantidade de detalhes que são distintamente audíveis numa produção.

O trabalho das equipes tanto de Foley, quanto de Captação e Mixagem de Diálogos em OS MISERÁVEIS é realmente de tirar o chapéu. Você de fato se sente dentro das locações, ouvindo cada detalhe. Passos ao longe, diferentes tipos de piso, calçados, farfalhar de roupas, pedras atingindo vidro, metal, concreto, ossos, rugidos, gritos, vidro estilhaçando, balas de borracha, fogos de artifício, multidões, drones, mobilha, louça, talheres, líquidos, as diferentes propagações sonoras nas mais variadas ambiências… Um cuidado ímpar com detalhes que valorizam muito o produto final. Tornando ainda mais cruel a realidade em Montfermeil.

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VEREDITO

Visceral, cruel, bruto, intenso, tenso, infelizmente com um protagonista que não move a história, mas com coadjuvantes muito bem construídos, OS MISERÁVEIS é um filme de tirar o fôlego com sua abordagem imparcial sobre convivência, violência e poder.

Com um ótimo uso do princípio da Arma de Chekhov, OS MISERÁVEIS entrelaça acontecimentos, cenas, personagens e diálogos com maestria, numa teia de eventos que constroem conflito de forma impecável, numa escala de cinza que intriga e dá gosto.

Se você é do tipo que gosta de filmes do gênero, OS MISERÁVEIS é uma muito boa opção para você.

OS MISERÁVEIS estreia dia 16 de janeiro nos cinemas.

FICHA TÉCNICA

Título Original: Les Misérables
Lançamento: 16 de janeiro
Distribuição: Diamond Films
Direção: Ladj Ly
Roteiro: Ladj Ly, Giordano Gederlini, Alexis Manenti
Trilha Sonora: sem informações
Edição: Flora Volpelière
Cinematografia: Julien Poupard
Som: Matthieu Autin, Anne Bouzy, Olivier Busson, Remi Carreau, Marco Casanova, Jérôme Gonthier, Arnaud Lavaleix, Mélanie Moreira, Blair Slater, Filip Stefanowski, Jacek Wisniewski, Roberto Cappannelli

Elenco: Damien Bonnard, Alexis Manenti, Djibril Zonga, Issa Perica, Al-Hassan Ly, Steve Tientcheu, Almamy Kanouté, Nizar Ben Fatma, Raymond Lopez, Luciano Lopez, Jaihson Lopez, Jeanne Balibar, Sana Joachaim, Lucas Omiri, Rocco Lopez, Zordon Cauret, Steve Cauret, Diego Lopez, Omar Soumare, Abdelkader Hoggui, Djeneba Diallo, Abiatou Château, Fodjé Sissoko, Mousba Harb, Améline Fanta Gandega, Sofia Lesaffre, Marine Sainsily, Nabil Akrouti, Kija King, Abbou Sadio, Stéphane Aubert, Sébastien Buron, Dominique Cache, Sylvain Ribot, Hugo Richet, Laurent Persin, Sébastien Adenis, Emma Angamand, Xavier Rabineau, Marie Morice, Edwyne Pidery, Farès Sebhi, Mehdi Sebhi, Redouane Sebhi, Anass Aïssa, Mohammed Belgherri, Karim Benkaba, Bilel Chikri, Mamadou Coulibaly, Issa Coulibaly, Bandjougou Coulibaly, Oudjani Coulibaly, Mamadou Diaby, Fodie Diallo, Malamine Diarra, Adama Dramé, Nsola Guerschon, Sidy Koita, Amara Ly, Djibril Ly, Seydie Ly, Sambaké Madoualy, Boubakari Niakaté, Issa Siby, Ilyes Souilah, Siyakha Traoré, Ritchie Zange, Jawad Mahdioub, Zakaria Mechmache, Rachid Boujemaaoui, Saibou Diakité, Idriss Cherief, Aristide Messi-Ntsama, Magalie Combes, Alexandre Picot, Romain Gavras

Trailer:

Os Miseráveis | Trailer Legendado | Em breve nos cinemas

Como sempre enfatizamos: No final das contas, indiferente de críticas e de críticos, o que realmente importa é se VOCÊ gostou ou não do filme. Então, conta pra gente o que você achou nos comentários.

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Luiz Leonardo Favaretto

Formado em Gestão em TI, apaixonado por bodybuilding, cultura pop e economia. Gosta de escrever sobre os mais variados temas. Tem planos de lançar uma saga medieval que já vem escrevendo há algum tempo, enquanto se diverte tecendo contos de ação, suspense e terror. Adora podcasts, cinema e vê no mundo das histórias uma das mais fantásticas formas de expressar toda a criatividade humana.