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ROUND 6 | CRÍTICA

Na Coréia do Sul, 456 pessoas com dívidas altíssimas são recrutadas para uma competição que promete um prêmio totalizando 45,6 bilhões de wons (208,8 milhões de reais, aproximadamente) ao vencedor. A disputa consiste em seis rodadas (uma por dia) de jogos infantis. A regra é muito simples: perdeu, morreu. Este é o Plot de ROUND 6, nova aposta de série da Netflix que estreou recentemente e já se tornou um fenômeno mundial.

ROUND 6 é uma história bastante imersiva, com uma abordagem muito interessante sobre o que uma pessoa levada ao limite de sua própria humanidade é capaz de fazer, especialmente se a mesma está diante da morte. Combinando a luta pela sobrevivência com a ganância de galgar um patamar de qualidade de vida melhor em pouco tempo (se a pessoa sobreviver, é claro), o roteiro é certeiro em criar e desenvolver Conflito com maestria.

Entretanto, o que é mais intrigante em ROUND 6 não é a maestria dos Conflitos em si, mas o que embasa, nas entrelinhas, os mesmos: a Soma-Zero e como este conceito permeia todo o enredo, justamente por se tratar de um dos pilares do Tema da série.

Nesta crítica vamos abordar os pontos altos e baixos de ROUND 6 e discorrer como um Tema bem estruturado pode elevar os Conflitos de uma obra e engrandecer o Plot, fazendo da narrativa algo completamente contagiante – mesmo com alguns desfalques lógicos na trama.

Como de costume, o texto a seguir não contém quantidade significativa de spoilers.

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BATATINHA FRITA 1, 2, 3!

TEMA é algo que já abordamos em outras críticas aqui no LEPOP, mas nunca é demais relembrar os motivos desse princípio de Storytelling ser tão importante.

Tema é o método narrativo de construir as cenas de modo a fazê-las conectadas pelo mesmo propósito. Isso torna a trama mais instigante, porque liga personagens, motivos, atitudes, riscos, prejuízos e urgências sob a mesma temática, que geralmente é usada para passar uma mensagem (ética ou moral) por meio da história. Assim, o subconsciente do espectador consegue ver a correlação entre as ações e motivações dos personagens, quais suas ambições, quais podem ser suas perdas, e com isso mantém a atenção deste mesmo espectador cativa.

Um excelente exemplo de Tema usado com maestria está em MISSÃO: IMPOSSÍVEL – EFEITO FALLOUT, onde o Tema é “Os Fins Justificam Os Meios?”. No enredo, Ethan Hunt (Tom Cruise) é a personificação de alguém que não consegue quantificar o valor de uma vida inocente. Ou seja, cada vida inocente é igualmente importante e preciosa. Precisa ser defendida com unhas e dentes, mesmo que isto ponha em risco a missão de Ethan e sua equipe. O próprio personagem de Alec Baldwin evidencia isso na história quando diz:

Você teve de fazer uma escolha terrível em Berlim: recuperar o plutônio, ou salvar sua equipe. Você escolheu salvar sua equipe e pôs o mundo em perigo. Alguma falha em seu íntimo não permite que você escolha entre a vida de um ou as de milhões. Você vê isso como um sinal de fraqueza. Pra mim, é sua maior virtude.

Por outro lado, o terrorista August Walker (Henry Cavill) é alguém que pensa e age exatamente na contramão de Hunt. Para Walker, matar milhões é apenas um pequeno preço a ser pago se isso significa salvar bilhões de pessoas, como mostram as palavras do manifesto escrito por Walker, que é lido logo nos primeiros 15 minutos de filme:

Jamais houve paz sem um grande sofrimento antes. Quanto maior o sofrimento, maior a paz. Enquanto a humanidade caminha para a autodestruição, assim como a mariposa é atraída pela vela, os supostos defensores da paz: a igreja, o governo, a lei, trabalham incansavelmente para salvar a humanidade dela mesma. Mas ao evitar o desastre, eles apenas atrasam a paz, que somente pode ser obtida através de um inevitável batismo de fogo. O sofrimento que eu trago não é o começo do fim, mas o início de uma compreensão mútua maior, através do sofrimento comum. É o primeiro passo para a verdadeira fraternidade entre os humanos. O sofrimento que eu trago pra vocês é uma ponte para a paz.

Contudo, o Tema não se apresenta apenas nos diálogos, mas também é possível perceber que este é o elemento que reflete nas atitudes de Hunt e Walker no decorrer do longa. Fica claro que enquanto Ethan valoriza cada vida inocente, Walker não faz a menor questão de matar quem fique em seu caminho. Com isso, temos um Conflito fortíssimo por meio da Oposição Temática (para ler a respeito basta clicar no link).

E quanto maior o Conflito, maior o embate entre Protagonista e Antagonista. Um crê que os fins não justificam os meios, já o outro acredita no oposto. Isso norteia todas as ações de todos os personagens, dando coesão às mesmas e, por consequência, ao desenrolar da narrativa, já que ela é motivada também pelo Tema. E qual o motivo de eu usar justamente como exemplo MISSÃO: IMPOSSÍVEL – EFEITO FALLOUT? Muito simples, porque em ROUND 6 temos o mesmo Tema, mas em outra camada do debate.

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OS VENCEDORES DOS SEIS JOGOS VÃO RECEBER UM BOM DINHEIRO.

ROUND 6 não é um sucesso por “mero acaso”. Tudo é meticulosamente bem pensado para entregar a melhor experiência narrativa possível para o público.

Agora, você não tem um agente secreto super treinado salvando o mundo de um terrorista também super treinado. Não, agora você tem um fracassado, pouco inteligente, bastante malandro e preguiço lutando pela própria vida, para garantir um tratamento médico para a mãe a quem ele explorou por anos. Além disso, esse mesmo preguiçoso terá de enfrentar pessoas mais inteligentes do que ele, mais fortes, mais capacitadas e inclusive um amigo de infância – que também é muito mais inteligente do que ele.

Em vez de perseguições mirabolantes por cidades pitorescas e pontos turísticos para impedir o terrorista de agir, agora você acompanha pessoas enclausuradas em um complexo com cores fortes e vibrantes, repleto de câmeras, onde cada qual terá de lutar pela própria vida, majoritariamente em detrimento das de outros. Sendo levados, constantemente, ao limite de seus valores, confrontando-os.

E com vidas em jogo, ainda que sob o pretexto de um prêmio bem gordo, ROUND 6 traz o mesmo Tema de EFEITO FALLOUT ao debate: Os Fins Justificam Os Meios?

ROUND 6 traz a discussão (e as motivações) sob outra camada: a Soma-Zero, que é um conceito empregado tanto na teoria econômica, quanto na teoria dos jogos (embora já refutado na economia). Refere-se a jogos em que o ganho de um jogador representa, necessariamente, a perda de outro.

Lembra do “matar milhões pra salvar bilhões” em EFEITO FALLOUT? Então…

O fato é que ao trazer o Tema para o aspecto mais íntimo na série, ROUND 6 faz com que o espectador se conecte ainda mais com o desenrolar dos fatos. Sem mencionar que ROUND 6 faz com que o problema econômico torne o interesse do público ainda maior, haja vista a atual situação econômica mundial.

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TODOS VOCÊS NESTA SALA ESTÃO VIVENDO NO LIMITE, COM DIVIDAS QUE NÃO PODEM PAGAR.

Mas como a Soma-Zero torna a narrativa mais envolvente? Muito simples, porque como dito mais acima, ela é um dos pilares do Tema. Isso se torna cada vez mais evidente à medida que os episódios vão avançando e fica claro que apenas uma pessoa pode ser a ganhadora dos seis jogos. Ou seja, só uma pessoa pode sair viva. Em outras palavras, para que uma pessoa ganhe, 455 terão de morrer. É aí que o debate do Tema entra em jogo: Você teria coragem de matar por dinheiro, caso sua vida também estivesse em risco? Os fins (ganhar dinheiro e ficar vivo) justificam os meios (matar)?

Só que para que essa pergunta deixe o espectador em dúvida sobre sua própria moralidade, o roteiro faz uso de alguns elementos muito certeiros:

1 ) Inflação: Durante os primeiros episódios você acompanha os protagonistas em seus dilemas, tendo de lidar com suas dívidas e os perigos e dores que elas lhes causam, mas não só isso. Você os acompanha lidando diretamente com dinheiro. Este é ponto. Você os acompanha falando valores, preços de alimentos, bebidas, conduções, valores de apostas, medicamentos, tratamentos médicos, passaportes, alugueis… Você os acompanha sofrendo para adquirir bens, comprar comida, pagar contas, os acompanha evidenciando o quão caras são as coisas. Nada disso é sem motivo. Isso é propositalmente colocado em destaque na história para que você possa comparar o valor do Won com a moeda corrente em seu país, no caso, o Real. Que aliás, no momento da publicação deste texto, 1 Won equivale a 0,0046 Real.

Os males da inflação não estão por acaso em ROUND 6. A inflação é um problema real que assola bilhões de pessoas no mundo, por isso é fácil para o espectador se por na pele dos personagens. Dia após dia, os produtos estão mais caros no mundo real, a moeda se desvaloriza mais… O que a série faz é demonstrar como a desvalorização do won serve como catalizador, como lembrete constante para os personagens de que o jogo pode ser a única oportunidade deles de ter uma vida digna, ainda que seja uma oportunidade arriscada.

– Com uma moeda tão desvalorizada, os fins nãos justificam os meios? Você mal consegue comer, não consegue pagar suas contas, tá com aluguel atrasado, devendo gente perigosa, precisa de tratamento médico, tem gente que depende de você e que precisa que você se mantenha vivo. Será que esse jogo realmente não vale a pena?

2 ) Kicking The Dog: Este é outro princípio narrativo que já abordamos aqui no site (para ler a respeito basta clicar no link), mas não custa relembrar. Consiste em fazer o personagem passar o diabo, expô-lo ao sofrimento de todas as formas possíveis e imagináveis dentro da proposta da trama, pra que o público gere empatia por ele por vê-lo sofrer injustiçado. E se o personagem passa por todo tipo de problema, humilhação, mazela, tortura, injúria, desrespeito, injustiça e etc., sem reclamar de absolutamente nada, aí o público não só gera empatia como também respeito por este mesmo personagem. E isso é exatamente o que ROUND 6 faz com os cinco personagens principais que conduzem o desenvolvimento da história. Você os vê sendo ameaçados, humilhados, quebrados, punidos, desrespeitados, vê seus dilemas, as mentiras que precisam contar… Mas não os vê reclamar.

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Você já tá na merda. Tão te fazendo de saco de pancada. Ninguém te respeita. Você não tem nem perspectiva de vida, ou de uma vida melhor. Se você colocar a mão nessa grana as pessoas vão passar a te respeitar. Será mesmo que os fins não justificam os meios?

E isso nos leva ao terceiro ponto:

3 ) Plot: Mais um princípio de Storytelling que abordamos em outra crítica (para ler a respeito basta clicar no link), mas vamos relembrar. Plot é a combinação de três fatores importantíssimos numa história: Objetivo, Riscos/Prejuízos e Urgência. E pra entender a importância desses fatores basta fazer essas três perguntas: Qual o objetivo do protagonista? Quais riscos/prejuízos ele corre em não atingir esse objetivo? Qual a urgência de atingir esse objetivo?

Quando você faz essas perguntas consegue perceber a correlação entre os fatores. Afinal, se o protagonista não tem um objetivo claro a cumprir, uma meta a ser alcançada, não há história a ser contada. Se não há um risco, um prejuízo que seja realmente danoso, doloroso a este protagonista caso não atinja seu objetivo, a história fica chocha. Se não há urgência em galgar esse objetivo para evitar o prejuízo, o enredo não empolga, isso porque é a corrida contra o tempo que faz com que o espectador se afunde no sofá.

ROUND 6 conduz o público primorosamente pelo Plot. O objetivo é muito claro, ficar vivo, matar se necessário e ganhar 45,6 bilhões de wons. Os riscos/prejuízos são muitos, cair nas mãos de agiotas, não conseguir rever a família, não conseguir voltar pra casa, continuar endividado (se não se arriscar no jogo), cair nas mãos de gângsteres, ser deportado, não conseguir tratamento médico pra quem se ama, e, claro, morrer. Já a urgência é ainda mais clara de perceber, visto que o roteiro é meticuloso em esclarecer que cada participante está no limite, prestes a perder tudo. Alguns estão até prestes a perderem quem mais amam.

Pensa bem, você pelo menos tem uma chance. É arriscado? É, mas você tem uma chance. Talvez você nem precise matar alguém diretamente. É imoral? É, mas olha quanto dinheiro! Quando você vai ver tanto dinheiro assim na sua frente novamente? Pensa no que você poderia fazer com esse dinheiro. Não teria mais dívidas, ninguém te desrespeitaria, ia poder dar conforto pra sua família… Pensa bem. Os fins realmente não justificam os meios? Quando você vai ter outra oportunidade dessa na vida?

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SE NÃO QUISEREM JOGA, NOS AVISEM AGORA.

Quando se analisa os detalhes mencionados até agora, é fácil perceber porque a Soma-Zero é tão crucial pra desenvolver a história e os Conflitos de ROUND 6. Tudo é posto em cena de forma a deixar claro que apenas um pode ganhar, e por isso não é viável confiar nos outros, já que aquele que ganha de alguém hoje, pode ser seu adversário amanhã. Só que a humanização dos personagens é tão boa (da maioria deles), que você, enquanto espectador, não quer vê-los perder, porque cada um tem motivos realmente tocantes e razões muito convincentes para o uso do prêmio.

ROUND 6 explora isso por diversas camadas. Você consegue imaginar um casal que se ama, marido e mulher, se enfrentando na disputa? Consegue imaginar amigos de longa data de enfrentando? Consegue imaginar ter de mentir para quem te ajudou, pra não perder a própria vida, mesmo que isso signifique condenar à morte quem te ajudou anteriormente?

Em resumo, pra que um ganhe, outro terá de perder. Sendo ainda mais claro, pra que um viva, outro terá de morrer. Consegue perceber o peso dos Conflitos que o roteiro entrega utilizando a Soma-Zero?

Como ROUND 6 é tão certeiro em humanizar os personagens, cada morte não só soa injusta, como também te faz sentir a perda daquela pessoa, te faz imaginar como os familiares dela vão lidar com aquilo, afinal ela tinha tantos sonhos, tantos planos, tantos anseios…

Entretanto, como nem tudo são flores, ROUND 6 não é uma obra perfeita. Há problema de lógica em seu desenvolvimento em certas cenas e até diálogos, na estrutura de alguns personagens, e já que se trata de um título com uma abordagem que lida com dinheiro, inflação, economia e Soma-Zero, era de se esperar que a série aproveitasse pra dar aquela pequena e discreta lacrada, ao estilo “crítica social foda”, ainda mais porque a história se passa em um país com maior liberdade econômica que seu vizinho, a Coréia do Norte. O que torna a “crítica social foda” não só curiosa, mas também relativista.

Embora os momentos “crítica social foda” existam, são pouquíssimos. E, de modo geral, não atrapalham a experiência narrativa de ROUND 6.

Outro ponto é que a série termina deixando claro que haverá uma segunda temporada, mas a forma como o roteiro entrega o último episódio pode desagradar alguns, porque o ritmo se perde, da mesma forma que por boa parte do segundo episódio. Resta saber se a próxima temporada vai seguir os passos desta primeira. É aguardar pra ver.

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VEREDITO

Ousa, envolvente, intrigante e dinâmica, ROUND 6 é uma série que mostra como o bom uso de princípios de Storytelling como Tema, Plot e Conflito garante ao espectador uma história imersiva e cativante.

Com momentos tocantes, ROUND 6 transporta o público para uma aventura sombria em busca de uma luz no fim do túnel, entregando, pelo caminho, pessoas desesperadas, motivadas a buscar nas trevas uma passagem para a luz, por mais arriscada que seja, ou por mais desumana que seja.

ROUND 6 não é uma série perfeita, há furos lógicos, alguns diálogos vazios, alguns personagens exageradamente caricatos, perda de ritmo em certos momentos e algumas “críticas sociais fodas”, mas mesmo assim é um título que vale a pena, especialmente pela forma como lida com amizade, justiça, esperança e bondade. Fica aqui a recomendação máxima desta primeira temporada. Se ainda não assistiu, assista!

FICHA TÉCNICA

Título Original: Squid Game
Lançamento: 18 setembro de 2021
Distribuição: Netflix
Direção: Dong-hyuk Hwang
Roteiro: Dong-hyuk Hwang
Trilha Sonora: Sem informações
Edição: Sem informações
Cinematografia: Sem informações

Elenco: Jung-jae Lee, Greg Chun, Stephen Fu, Tom Choi, Hae-soo Park, Lee Byung-hun, Gong Yoo, Hoyeon Jung, Paul Nakauchi, Stephanie Komure, Wi Ha-Joon, Caleb Yen, Anupam Tripathi, Hideo Kimura, Donald Chang, Yeong-su Oh, Heo Sung-tae, Nick Martineau, Eugene Young, Steven Allerick, Joo-ryeong Kim, Halley Kim, Alan Lee, Steven Lim, Sura Siu, Aaron Yamawaki, Brian Kim, Raymond Lee, Yuuki Luna, Edward Hong, Jennifer Yun, Rama Vallury, Yu Seong-Ju, Kim Dong-Won, Kwak Ja-hyoung, Lim Ki-Hong, Ryan Colt Levy, Kim Si-Hyun, Kim Young-ok, Jully Lee

Trailer:

Round 6 | Trailer oficial | Netflix

Como sempre enfatizamos: No final das contas, indiferente de críticas e de críticos, o que realmente importa é se VOCÊ gostou ou não do título.

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Muito obrigado e até a próxima.


LLeo Favaretto

Formado em Gestão em TI, apaixonado por bodybuilding, cultura pop e economia. Gosta de escrever sobre os mais variados temas. Tem planos de lançar uma saga medieval que já vem escrevendo há algum tempo, enquanto se diverte tecendo contos de ação, suspense e terror. Adora podcasts, cinema e vê no mundo das histórias uma das mais fantásticas formas de expressar toda a criatividade humana.