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SUCESSO EM DRIVE-INS E NO BELAS ARTES Á LA CARTE APOCALIPSE NOW: FINAL CUT VEM CONQUISTANDO AINDA MAIS PÚBLICO NA REABERTURA DOS CINEMAS

A VERSÃO DEFINITIVA DO CLÁSSICO DE COPPOLA JÁ FOI LANÇADO EM MANAUS, RIO DE JANEIRO, FORTALEZA E SALVADOR, E CHEGA EM SÃO PAULO E CAMPINAS

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APOCALIPSE NOW: FINAL CUT foi o filme mais procurado pelo público do Belas Artes Drive in, com vendas esgotadas em menos de 24 horas. Devido ao sucesso, o Grupo Belas Artes lançou durante o mês de julho o longa em sua plataforma de streaming: o Belas à La Carte.

Com a reabertura dos cinemas, que vem acontecendo de cidade em cidade, o clássico estreou também nas telonas e já foi visto por quase 1.000 pessoas, nas cidades do Rio de Janeiro, Manaus, Fortaleza e Salvador.

E a exibição do clássico de Francis Ford Coppola nos cinemas continuará. A partir do dia 8 de outubro, com pré-estreias no Cinemark Iguatemi (Campinas), Cinemark Market Place (São Paulo) e Petra Belas Artes (São Paulo) e  ainda continua em cartaz no Cinepolis Bela Vista (Salvador), UCI New York (Rio de Janeiro) e Estação Botafogo (Rio de Janeiro).

Assistir APOCALIPSE NOW: FINAL CUT em tela grande é viver uma experiência, a restauração desse clássico, que traz 49 minutos excluídos da edição original, foi feita pela primeira vez através do negativo original, um trabalho que que deu ao filme uma qualidade de imagem e som muito superior à anterior. O público, enfim, “vai ver, ouvir e sentir o filme como sempre sonhei”, diz Coppola.

A restauração de APOCALIPSE NOW: FINAL CUT começou em abril de 2018 e acabou em março de 2019, com mais de 300 mil frames restaurados e todo o áudio masterizado, passando de 48khz para 96khz. Além disso, o filme passou a ser “Dolby Vision”, uma tecnologia que faz com que as cores ganhem mais destaque e podem ser até 40 vezes mais brilhantes, e os pretos, 10 vezes mais escuros.

Mixado em Dolby Atmos, o áudio de APOCALIPSE NOW: FINAL CUT, produz agora um áudio que flui pelo público com um realismo de tirar o fôlego. Esse foi o primeiro filme mixado em VLFC (Very Low Frequency Control), um sistema de alto-falantes inovador que é projetado para emitir frequências de áudio abaixo dos limites da audição humana, proporcionando ao público uma experiência verdadeiramente visceral.


SOBRE O FILME:

Partindo de uma livre adaptação do romance “O Coração das Trevas”, de Joseph Conrad, as filmagens começaram em 20 de março de 1976 e se estenderam até 21 de maio de 1977, nas Filipinas, com um cronograma inicial de algumas semanas que acabaram se prolongando por 238 dias, entrando para a história como uma das produções mais tumultuadas de todos os tempos.

Os incidentes incluem um infarto sofrido pelo ator Martin Sheen, que foi afastado por semanas, e até a passagem do tufão Olga, que destruiu cenários e equipamentos, gerando mais atrasos e despesas, levando a produção orçada em 13 milhões de dólares a custar mais que o dobro. Após a conclusão da produção, vieram outros contratempos que fizeram com que seu lançamento fosse adiado por diversas vezes, enquanto Coppola reeditava o material infinitas vezes, levando o filme a esperar por três anos até chegar nos cinemas.

Mas, os problemas já começaram na escolha do elenco, após Steve McQueen e Al Pacino recusarem o convite e Coppola não se convencer de que Harvey Keitel seria o ator ideal interpretar o capitão Benjamin Willard, papel que acabou ficando com Martin Sheen, que já havia impressionado o diretor com o teste que fez para o personagem Michael Corleone, de “O Poderoso Chefão”. Marlon Brando também deu trabalho, chegando ao set sem ter se preparado, acima do peso e com a cabeça raspada por iniciativa própria. Entre atores já conhecidos e outros que viriam a se tornar astros, o elenco reúne ainda Robert Duvall, Frederic Forrest, Dennis Hopper, Harrison Ford, Scott Glenn e Laurence Fishburne, que, na época, tinha apenas 14 anos e mentiu que tinha 16, para não perder o papel!

A trilha sonora original do filme foi composta pelo diretor e seu pai, Carmine Coppola. O disco da trilha inclui apenas três canções presentes em cenas marcantes: “The End“, do The Doors, “Susie Q”, interpretada pelo Flash Cadillac, e Cavalgada das Valquírias, de Richard Wagner. “Satisfaction”, dos Rolling Stones, também está numa cena antológica do filme, mas não entrou no disco.

Agora, enfim, com exibição nos cinema o público brasileiro vai poder conhecer “APOCALIPSE NOW: FINAL CUT” em sua perfeição máxima e trazendo consigo os lendários fatos que fizeram deste filme um dos maiores de todos os tempos.

Confira o trailer abaixo:

Trailer oficial: Apocalypse Now: Final Cut, de Francis Ford Coppola


FICHA TÉCNICA:

APOCALYPSE NOW: FINAL CUT (Apocalypse Now: Final Cut)

EUA, 2019, cor, 182 min., drama, idioma: inglês e francês (legendado), 16 anos.

Direção: Francis Ford Coppola
Elenco: Martin Sheen, Marlon Brando, Robert Duvall, Frederic Forrest, Sam Bottoms, Laurence Fishburne, Harrison Ford e Dennis Hopper.

APOCALYPSE NOW: FINAL CUT é a terceira e derradeira versão deste filme, um dos grandes marcos da história do cinema, que em 2019 comemorou 40 anos retornando ao Festival de Cannes, onde venceu a Palma de Ouro em 1979. A nova edição foi acompanhada de perto pelo diretor Francis Ford Coppola, um trabalho que ele considera definitivo, feito pela primeira vez através do negativo original, dando ao filme uma qualidade de imagem e som muito superior à anterior.

A história se passa durante a Guerra do Vietnã, quando um jovem capitão americano recebe como missão procurar e assassinar um coronel também americano, um desertor que se escondeu na selva e passou a comandar guerrilheiros no Camboja, onde é adorado como um semideus.


SOBRE A PANDORA FILMES

A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 30 anos busca ampliar os horizontes da distribuição de filmes no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Krzysztof Kieślowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Sempre acompanhando as novas tendências do cinema mundial, os lançamentos recentes incluem “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro; e os vencedores da Palma de Ouro de Cannes: “The Square – A Arte da Discórdia”, de Ruben Östlund e “Parasita”, de Bong Joon Ho.

Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora atua com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos, como Ruy Guerra, Edgard Navarro, Sérgio Bianchi, Beto Brant, Fernando Meirelles, Gustavo Galvão, Armando Praça, Helena Ignez, Tata Amaral, Anna Muylaert, Petra Costa, Pedro Serrano e Gabriela Amaral Almeida.


(Texto, Vídeo e Imagens: Divulgação)

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Muito obrigado e até a próxima. 


Nicolas Barreto Maia

Formado em Educação Física, apaixonado por esportes e games, me aventurando no universo das séries e do cinema.

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