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UM FENÔMENO CHAMADO “DARK”

Embora lançada no final de 2017, DARK não veio ao meu conhecimento antes do primeiro trimestre de 2018.

Completamente por acaso, ao rolar o feed de atualizações do Facebook, vi uma publicação da minha amiga Michele Garrido (que já participou do LEPOPCAST) basicamente intimando sua lista de amigos a assistirem DARK na Netflix. E quando eu perguntei a ela sobre a trama ela apenas me escreveu em caixa alta: “ASSISTA. NÃO VAI SE ARREPENDER”.

De fato, não me arrependi. Na verdade fiquei fascinado por tamanha coesão numa história tão bem tramada com tantos personagens, abrindo tantas pontas e as amarrando com tanta maestria. Quando percebi já havia assistido a série quase toda. Me forcei a pausa e convenci minha esposa a assistir.

Mas é sobre o quê essa série? ela perguntou.
É simplesmente a MELHOR série já feita até hoje sobre viagem temporal respondi.

Ela arregalou os olhos, correu pra fazer um balde de pipoca e logo ao final do primeiro episódio soltou um “caramba”.

Pronto, estava viciada na série também.

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A PERGUNTA NÃO É “QUEM”, MAS “QUANDO”

Ao final, nós estávamos nos entreolhando, tristes por ter de esperar pela próxima temporada – que levou o ano de 2018 in-tei-ro para ser produzida.

Então, ao som de um coro angelical, o ano de 2019 trouxe consigo o mês de junho, e estes nos presentearam com a segunda temporada desse fenômeno chamado DARK.

Por sermos uma equipe reduzida aqui no LEPOP nós não conseguimos (ainda) cobrir tudo o que é lançado, fazer análises, reviews, críticas detalhadas… Por isso temos de escolher muito bem a quais títulos e/ou conteúdos vamos dar atenção justamente por uma questão de tempo.

O fato é que: DARK é uma obra tão memorável que merece um grau maior de atenção. E embora este texto não seja uma crítica eu considero importante enumerar alguns pontos, mas não com o intuito de fazer a minha análise a respeito da série, e sim atiçar em você a mesma curiosidade que foi aguçada em mim com o “ASSISTA. NÃO VAI SE ARREPENDER” da minha amiga Michele, caso você ainda não tenha assistido. Agora, se já assistiu… Esse texto vai te fazer relembrar ótimos momentos de DARK e talvez te impulsionar a assistir ambas as temporadas novamente.

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1 – TEMA E ENREDO EM PERFEITA HARMONIA

A meu ver esse é o maior acerto da obra, algo que até o momento não vi nenhum crítico mencionar. E se você não sabe a diferença entre Tema e Enredo basta ler as críticas de ESPÍRITO JOVEM e SHAFT, pois nelas eu detalho melhor a diferença entre um e outro. Também vou deixar aqui o link do episódio 73 do POW DE CAST, do meu brother Fábio Franzoni, que já participou algumas vezes aqui do LEPOPCAST também. Lá no episódio 73 do POW DE CAST, intitulado “Toda Série Tem O Final Merda? Ou Não?”, fui convidado a participar e na conversa também acabei explicando os conceitos de Tema e Enredo. Vale a pena ouvir o episódio, porque o bate-papo com a galera ficou muito bacana. Agora voltando…

Tanto Tema quanto Enredo são muito bem explorados em DARK. Os criadores da série Baran bo Odar e Jantje Friese fizeram um excelente trabalho amarrando literalmente todas as motivações aos Temas de ambas as temporadas e também fazendo com que cada consequência fosse diretamente afetada por esses mesmos Temas.

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As mentes por traz de DARK: Baran bo Odar e Jantje Friese [E-D]

Na Primeira Temporada o Tema é “segredos destroem a confiança das pessoas”, e na Segunda Temporada o Tema é complementar à anterior: “causa e consequência”. E é primoroso como o roteiro faz os Temas se repetirem ao logo de cada episódio, de cada temporada, deixando o espectador cada vez mais imerso, sem criar rebarbas, sem soar maçante e sem perder a mão tanto no suspense, quanto no drama e no sci-fi. Simplesmente incrível.

Basicamente, ao longo dessas duas temporadas você vê um número grande de personagens envolvidos com a trama, sendo todos afetados de maneira direta e indireta e, de quebra, vai percebendo que nenhum deles é inocente em absolutamente nenhuma situação/atitude, nem mesmo as crianças. Em nenhum momento da linha temporal, seja passado, presente ou futuro.

O Enredo misterioso é muito articulado em distinguir tantas personalidades e torná-las tão tangíveis, ainda mais com o aprofundar da narrativa mostrando tantos tipos de dramas e consequências que cada um dos envolvidos enfrenta. Como cada pequena escolha causa problemas incomensuráveis, especialmente quando os personagens se dão conta de que todas as suas ações estão num loop temporal.

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2 – TUDO ESTÁ CONECTADO

A história de DARK se passa na Alemanha. Na pequena cidade de Winden, que basicamente é um município industrial, onde uma usina de energia nuclear é o maior trunfo que a nem-tão-pacata cidade já teve em toda sua história. Porém, para evitar escândalos, a usina está para ser fechada.

Quanto aos personagens, somos apresentados (ao longo da primeira temporada) a membros de quatro famílias distintas: os Nielsen, os Kahnwald, Doppler e os Tiedemann. E a maestria está em como cada personagem é introduzido em três diferentes linhas temporais de forma não linear.

De início você pode até achar que não tem nada de mais nisso, mas a graça de DARK é que ações do presente interferem no passado, enquanto que ações do futuro têm consequências no presente. E não, você não leu errado. DARK brinca com a cronologia dos acontecimentos de uma forma única, muito bem amarrada, surpreendendo o espectador a cada novo instante de cada novo episódio.

A trama coloca Jonas Kahnwald (Louis Hofmann) como protagonista. Logo de cara presenciamos o suicídio de seu pai, Michael Kahnwald (Sebastian Rudolph), que deixa um misterioso bilhete suicida com instruções muito específicas de data e hora a ser aberto. O bilhete contava como Michael havia desaparecido quando criança (no presente) e viajado para o passado.

– No presente? Mas ele não é adulto no presente?

Pois é, caro leitor. Ele TAMBÉM é adulto no presente. Acontece que a história nos leva a acompanhar concomitantemente o desaparecimento de uma criança que convivia normalmente com todos os apresentados até o momento, Mikkel Nielsen (Daan Lennard Liebrenz). O mais interessante? O pequeno Mikkel desaparece exatamente no dia e horário em que o bilhete do pai de Jonas descrevia o ocorrido consigo.

Se você está confuso/surpreso com o que leu até agora, deixa eu te dar um pequeno spoiler da Segunda Temporada, não pra estragar sua experiência, mas para atiçá-la: como você se sentiria ao descobrir que, no futuro, você dará luz a sua mãe, que será enviada ao passado para te dar a luz?

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3 – NINGUÉM É INOCENTE

Definitivamente, DARK acerta a mão no roteiro desenvolvendo ótimos dramas que ocorrem numa cadeia imersiva e gradativa, prendendo a atenção da audiência de forma singular. A melhor prova disso é o relacionamento que cada indivíduo envolto na teia de DARK tem com os demais.

A cadeia de eventos dispostos em passado, presente e futuro coloca o público num camarote para presenciar todo tipo de intriga, inveja, desprezo, revolta e vingança entre cada uma das versões dos personagens. Alguns mais do que outros, é verdade, mas ainda assim com todos. E mesmo aqueles que você acha que não têm culpa no cartório acabam, uma hora ou outra, pondo as mangas de fora.

Ulrich Nielsen (pai de Mikkel) tem um caso com Hannah Kahnwald (mãe de Jonas). Hannah é a melhor amiga de Katharina Nielsen (esposa de Ulrich). E Katharina sequer sonha com a traição do marido. Quem sabe da traição é Regina Tiedemann (esposa de Aleksander Tiedemann, diretor da usina nuclear). No passado, Regina foi acusada de denunciar um falso estupro da parte de Ulrich para com Katharina quando estes eram namorados na adolescência. Katharina basicamente espancou Regina na época e, junto com Ulrich, a amarraram numa árvore de frente para uma caverna numa floresta e a deixaram lá. Só que quem fez a denúncia do falso estupro foi Hannah que mesmo na pré-adolescência já queria Ulrich pra si e estava disposta a tudo para afastá-lo de Katharina. Já dá pra imaginar o tamanho da treta só com esses citados, né?

Na verdade, os conflitos se estendem a literalmente todos os membros das quatro famílias. Alguns dos jovens são namorados, outros vão desenvolvendo interesse romântico mútuo ao longo da primeira temporada. Mas mesmo esses interesses são afetados direta e indiretamente pelos acontecimentos das demais linhas temporais. Contudo, há um em particular que é impossível de se manter, porquanto os envolvidos não sabem que são tia e sobrinho.

Além desses há dilemas com outros casais em toda linha temporal e cada pequena decisão de vingança, traição ou indiferença traz consequências a todos, em todas as variáveis temporais.

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4 – CINZA É A COR MAIS QUENTE

Se há um ponto de excelência narrativa de DARK que precisa ser evidenciado é a capacidade dos roteiristas de não deixar as coisas simplesmente “preto no branco”, numa dicotomia simplista de interagir, onde bom e mal são previamente definidos e fáceis de identificar. Não. Absolutamente NADA em DARK é “preto no branco”. Nada.

Toda vez que o roteiro de DARK apresenta alguém como “mau” ou “bom” fique ciente de que cedo ou tarde essa percepção vai mudar. Aliás, vai mudar diversas vezes ao longo das temporadas. É como se o roteiro estivesse te dizendo “calma, não se apresse em julgar as pessoas”.

Esse é um tópico que eu não quero entrar em maiores detalhes, dar exemplos e tal como fiz com anterior. Quero mantê-lo assim, acinzentado, apenas para instigar sua curiosidade a imaginar como isso se daria em DARK. Porque eu te garanto que se eu me pronunciar mais sobre o assunto deste tópico, entrando em maiores detalhes, vou estragar a experiência de quem não assistiu a série ainda. E olha que eu sou uma pessoa que não se incomoda com spoilers, mas no caso de DARK se eu tivesse acesso a mais detalhes sobre este sem ter assistido a série eu teria ficado muito puto.

Nesse ponto, o máximo que posso dizer é: ASSISTA.

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5 – O CICLO DOS 33

Este tópico, embora seja um conjunto de spoilers divididos em parágrafos, garanto que não vai estragar sua experiência. Na verdade, saber o que está aqui vai te motivar ainda mais a assistir DARK.

A viagem temporal de DARK é feita de maneira limitada. Você só pode viajar, a partir da presente data, 33 anos para o passado ou 33 anos para o futuro. Nunca diferente disto. Ou seja, se você está no dia 14 de agosto de 2018 você só pode viajar ou para 14 de agosto de 1985, ou para 14 de agosto de 2051.

Sem entrar em maiores detalhes, DARK não se aprofunda no motivo das limitações desse salto temporal. Apenas alude a um conceito astrológico, O Ciclo dos 33, e parte daí, deixando o espectador livre pra divagar a respeito e buscar suas próprias conclusões. É claro que na Segunda Temporada essa limitação é quebrada, só que até nisso o enredo é genial, porque a quebra dessa limitação se dá como efeito colateral de um acontecimento catastrófico.

Mas o mais interessante dessa limitação do Ciclo dos 33 está no fato de que ela obriga a história a avançar e coloca todas as linhas do tempo lado a lado, de maneira paralela. E justamente por isso as tomadas de decisão geram tantos contratempos. Porque quem está no futuro vai agir para que tudo sempre volte à estaca zero, onde o ciclo se mantém ad infinitum, porque uma vez que algo saia do devido eixo será necessário esperar outros 33 anos para corrigir o loop.

Dessa forma, tem-se praticamente um embate para ver se o loop pode ser quebrado e qual o custo disso. Em outras palavras, quem e quantos vão morrer com a quebra do loop. Lembra do que eu citei lá no Item 2, sobre ser a própria avó? Então… Só que com um detalhe: esse não é o único caso de “parentesco entrelaçado“.

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6 – ELENCO

Ponto altíssimo. DARK tem um dos melhores elencos que eu já vi numa série até hoje. Na minha opinião, o elenco de DARK perde apenas para o elenco da Terceira Temporada de 24 HORAS.

É bem verdade que tanto cinema quanto produções de séries alemãs dificilmente chegam aqui no Brasil. E por isso não temos tanto acesso ao casting que permeia a cultura pop por lá, como os nomes mais conhecidos e tal. Nós até vemos um ou outro ator ou atriz alemães fazer sucesso em Hollywood, como é o caso de Bruce Willis, que dispensa apresentações, e a atriz Antje Traue, que interpretou a krytoniana Faora (HOMEM DE AÇO, 2013) e que também integra o elenco de DARK. Mas é fato que não temos tanto acesso às produções de lá. Talvez agora com DARK e a Netflix nós possamos quebrar essa barreira cultural, dando acesso ao público para prestigiar melhor o trabalho de mais países, conhecer ainda mais atrizes, atores, diretores e roteiristas talentosos.

Todavia, o elenco de DARK é incrível e o nível de atuações é exemplar. Tudo bem que há sempre um ou outro que está na média, mas o todo dos intérpretes é fora de série. Mesmo atores com menos idade, e por consequência menos experientes, expressam uma naturalidade impressionante ao longo das temporadas.

A direção também é responsável por um trabalho tão bom da parte dos atores, justamente porque cabe ao diretor conduzir a melhor maneira de agir de cada interprete em cada cena.

Tanto as caracterizações quanto as atuações de DARK merecem elogio atrás de elogio, porque você realmente se sente imerso naquela história obscura, cheia de personagens diferentes, mas com atores tão bons expressando tão bem personalidades tão distintas fica fácil acompanhar o desenrolar de DARK.

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CONCLUSÃO

Seria possível enumerar, evidenciar, tagarelar sobre pelo menos mais uns nove itens, só que fazer isso seria entregar muitos spoilers a quem não assistiu DARK. Essa não é proposta. A ideia é te instigar a dar uma chance a essa obra incrível de ficção científica que é produzida com primor fora de série.

Você pode perceber que mesmo dizendo como funciona a viagem temporal em DARK eu não demonstro de que maneira ativá-la, tampouco se é algo que qualquer pessoa tem acesso. Essas informações eu quero que você descubra assistindo a série e se surpreendendo junto com as reviravoltas do roteiro. Quero que depois você volte aqui, na sessão de comentários, e compartilhe sua experiência com os outros leitores. Isso vai me deixar muito feliz.

Agora, se você que está lendo já assistiu a série aproveite a sessão de comentários para expressar se você também gostou tanto quanto eu, ou se tem alguma opinião diferente. E se você gostou e está tentando convencer alguém a assistir DARK, aproveite pra compartilhar esse texto pra pessoa. Vamos fazer mais gente se viciar nessa série fantástica.

A Terceira e última temporada de DARK está marcada para estrear em 2020, mas sem data definida ainda. Tudo o que sabemos (quem assistiu as temporadas) é que essa próxima etapa da história será elevada a um nível épico. Pelo menos foi o que o último episódio nos prometeu. Vamos ver se em 2020 DARK vai manter a mesma consistência e entregar um resultado de igual grandeza, ou se conseguirá superar todas as nossas expectativas.

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VEREDITO

Ok, isso aqui não é uma crítica. Mas como é costumeiro aqui no LEPOP nós avaliarmos todo conteúdo que indicamos a você, vou deixar meu veredito sobre as duas temporadas de DARK. A terceira será avaliada separadamente quando lançada.

Bora lá!

Intrigante, envolvente, viciante, inteligente e com pouquíssimos problemas técnicos, DARK é uma verdadeira aula de produção de seriado com excelência em tema, enredo, desenvolvimento, trilha sonora, som, atuação, originalidade, locação, direção de arte… Enfim, é uma produção digna de premiações nas mais diversas áreas.

Com uma proposta ousada, DARK se mostrou capaz e inovadora em uma vertente do sci-fi que é absurdamente difícil de trabalhar e fácil de fazer cagada, a viagem temporal. Ou melhor, a estrutura coesa de um loop temporal.

Se você ainda não assistiu DARK, “ASSISTA. NÃO VAI SE ARREPENDER”.

veredito - It: A Coisa - lepop

FICHA TECNICA

Título Original: Dark
Lançamento: dezembro de 2017 – 2020
Direção: Baran bo Odar
Roteiro: Baran bo Odar, Jantje Friese, Martin Behnke, Ronny Schalk, Marc O. Seng, Conner DeMita, Daphne Ferraro
Trilha Sonora: Ben Frost

Dark é uma criação de Baran bo Odar e Jantje Friese

Elenco: Karoline Eichhorn, Louis Hofmann, Jördis Triebel, Maja Schöne, Stephan Kampwirth, Tamar Pelzig, Oliver Masucci, Moritz Jahn, Lisa Vicari, Andreas Pietschmann, Paul Lux, Gina Stiebitz, Peter Benedict, Deborah Kaufmann, Will Beinbrink, Christian Hutcherson, Daan Lennard Liebrenz, Mark Waschke, Leopold Hornung, Carlotta von Falkenhayn, Christian Pätzold, Julika Jenkins, Anne Ratte-Polle, Tatja Seibt, Walter Kreye, Sylvester Groth, Shani Atias, Lydia Makrides, Lisa Kreuzer, Nele Trebs, Dietrich Hollinderbäumer, Christian Steyer, Peter Schneider, Hermann Beyer, Ella Lee, Tom Philipp, Lea Willkowsky, Ludger Bökelmann, Sebastian Hülk, Angela Winkler, Cordelia Wege, Florian Panzner, Antje Traue, Anton Rubtsov, Mieke Schymura, Sebastian Rudolph, Sandra Borgmann, Arnd Klawitter, Luise Heyer, Lea van Acken, Max Schimmelpfennig, Gwendolyn Göbel, Stephanie Amarell, Winfried Glatzeder, Carina Wiese, Anne Lebinsky, Joshio Marlon, Michael Mendl, Anatole Taubman, Felix Kramer, Roland Wolf, Tara Fischer, Tom Jahn, Lena Dörrie, Anna König, Vico Mücke, Wolfram Koch, Béla Gabor Lenz, Rike Sindler, Andreas Schröders, Lena Urzendowsky, Henning Peker, Nils Brunkhorst, Lena Milan, Barbara Philipp, Paul Radom, Denis Schmidt, Anna Schönberg, Valentin Oppermann, Roman Knizka, Helena Pieske, Leon Lukas Blaschke, Eric Bouwer, Hendrik Heutmann, Christian Kerepeszki, Jörg Malchow, Oliver Bigalke, Lisa-Marie Janke, Arne Fiedler, Tilla Kratochwil, Alexander Schubert, Katharina Spiering, Michael Ihnow, Paula Kroh, Frédéric Vonhof, Helena Abay, Annika, Jennipher Antoni, Thomas Arnold, Nino Böhlau, Luc Feit, Franz Hartwig, Eva Maria Jost, Lenz Lengers, Cornelia Lippert, Sammy Scheuritzel, Hannes Wegener, Nina Weniger, Harald Effenberg, Frederik Klaus.

Trailer – Temporada 1

DARK I 1° de dezembro na NETFLIX

Trailer – Temporada 2

DARK – Temporada 2 | Trailer da Trilogia | Netflix

E como eu sei que você vai pedir também: Trilha Sonora Oficial da Abertura de DARK

Apparat – Goodbye – Dark (Netflix) Theme Song

Ah! Aproveita pra dar uma conferida no Instagram oficial da série e também no site oficial. Vale a pena. Tá CHEIO de conteúdo bacana lá. Inclusive as linhas temporais e o descritivo de cada personagem.

Eu fico por aqui. Espero que tenha gostado.

Até a próxima!

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Luiz Leonardo Favaretto

Formado em Gestão em TI, apaixonado por bodybuilding, cultura pop e economia. Gosta de escrever sobre os mais variados temas. Tem planos de lançar uma saga medieval que já vem escrevendo há algum tempo, enquanto se diverte tecendo contos de ação, suspense e terror. Adora podcasts, cinema e vê no mundo das histórias uma das mais fantásticas formas de expressar toda a criatividade humana.